Celebridade  
MURILLO CONSTANTINO

. Mesmo longe das vinhetas da Globo, a eterna Mulata Globeleza foi convidada para brilhar na Leandro de Itaquera (SP) e na Mocidade Independente (Rio)
no Carnaval 2006

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Valéria Valenssa

por diógenes campanha

silvio ribeiro/ae
Valéria Valenssa fez duas estréias no Carnaval de 1996: desfilou pela primeira vez
na folia de São Paulo e experimentou a sensação de sair em um carro alegórico
O Carnaval de 1996 teve gosto de novidade para Valéria Valenssa. Depois de cinco anos como uma das estrelas do Carnaval carioca, ela saía pela primeira vez também em São Paulo, na escola de samba Mocidade Alegre. A modelo diz que foi uma das primeiras personalidades a desfilar na capital paulista e se surpreendeu com a receptividade que encontrou. “O tratamento que recebi foi diferente de tudo que conhecia, mesmo já tendo saído no Carnaval do Rio, de Manaus, de todo lugar”, conta. “Fui recebida de limousine e tive batedores da polícia para me acompanhar.” Outra novidade para a musa foi desfilar em um carro alegórico pela primeira vez. Uma experiência não muito agradável, porque o veículo balançava muito, devido à empolgação do outro destaque que dançava ao lado da Mulata Globeleza. Talvez seja por isso que Valéria prefira sambar na pista. “Ficar lá em cima dá medo, você tem que segurar muito bem, é mais complicado”, diz. “No chão você tem liberdade, fica mais próximo das pessoas e sente toda a energia do desfile.” Em 2006, o Carnaval também trouxe uma novidade para Valéria: este ano, ela não apareceu nas tradicionais vinhetas da Globo, nas quais brilhou por 14 anos. A modelo diz que o carinho do público “triplicou” após sua saída. “As pessoas vêm falar que sou eterna, que faço parte da vida delas e que pensam em mim quando se fala em Carnaval”, conta.