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Você
conhece bem seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando.
Respostas no final da coluna.
1. Meus caros, esta senhora que me acusa está sob efeito de medicamentos.
Ela precisa menos de holofotes e mais de piedade e tratamento médico.
E não só ela, mas todos que me acusam de falcatruas e negociatas
políticas com frangos, com empreiteiras, com o diabo. Mas eu nada
tenho provado contra a minha pessoa. O único equívoco que cometi
foi ter lançado a candidatura do marido dessa senhora à Prefeitura,
que se tivesse vergonha na cara já tinha renunciado há muito tempo.
2.
Ui, que frio que me dá na época do Carnaval. É que ando por aí nua
em pêlo, só coberta de purpurina e pilotando um salto plataforma.
Sou mulata nascida na Pavuna, subúrbio do Rio, sou a expressão da
morenidade, da malemolência dessa nossa cultura tropical, modéstia
à parte. Meu marido, o mago dos efeitos especiais de televisão,
cuida de minha carreira e do meu coração. Coração, aliás, que precisa
se dilatar no Carnaval. Afinal, lá vou eu que hoje a festa é na
avenida.
3.
Eu gosto muito de correr. Desde pequeno é só o que eu faço. Minha
paixão pelas pistas é tão grande que ganho US$ 46 milhões todo ano
só para fazer isso. Meus amigos me chamam de Herr Schumi, uma brincadeira
que junta a severidade da cultura alemã com meu caráter extrovertido.
Sim, sou extrovertido, sou simpático, mas não gosto nada, nada,
quando me passam, como fez esse rapaz brasileiro que se atreveu
a andar na minha frente na Austrália. Foi parar no box.

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