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Drama

O Último Entardecer
Diretor Wayne Wang retrata abertura política chinesa

Ramiro Zwetsch

Divulgação

Depois de conquistar Hollywood com Clube da Felicidade e da Sorte e Cortina de Fumaça, que se passavam nos Estados Unidos, o diretor chinês Wayne Wang voltou ao seu país para filmar sua nova história. O Último Entardecer (tradução que entrega o desfecho do filme, para o título inglês Chinese Box – que significa caixa chinesa) registra o período de transição política de Hong Kong. A trama se desenrola a partir do réveillon de 1996, o último em que a cidade vive sob domínio britânico. E a ilha transpira uma sensação de alívio. Nesse contexto, o jornalista inglês John (Jeremy Irons, Beleza Roubada), que vive em Hong Kong há 20 anos, perambula pelas ruas angustiado pelo amor que sente por Vivian (a sempre cativante Gong Li, Adeus, Minha Concubina). Wayne Wang não estabelece uma boa conexão entre o conflito amoroso e a transição política. As duas narrativas transcorrem apenas paralelamente, como se fossem histórias independentes. E mesmo contando com um par romântico de alto quilate, a história de amor não chega a emocionar, ainda que as personagens reservem revelações inusitadas ao espectador. O mais marcante no filme é o estilo do diretor em registrar, sob ângulos peculiares, o dia-a-dia da grande cidade – o que já se via no ótimo Cortina de Fumaça.

Surpreende mas não comove

Copyright 1996/2000 Editora Três

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