Diversão & arte - Televisão  

A escolha dos internautas

Alma Gêmea
1 - Essas Mulheres
novela (Record)

2 - América
novela (Globo)

3 - Alma Gêmea
novela (Globo)

4 - Hoje é Dia de Maria
microssérie (Globo)

5 - SBT Brasil
jornalístico (SBT)

Resultado da votação realizada entre 6 e 15 de dezembro no site www.istoegente.com.br
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Os melhores de 2005
A escolha da Gente

Neste ano fraco, o único produto realmente excepcional foi Hoje É Dia de Maria. As novelas estiveram aquém das exibidas em 2004. Os cinco melhores para Gente foram:
 Leia também: Perfil - Carolina Oliveira
 Os melhores de 2005 - Destaques
Divulgação
Carandiru – Outras Histórias trouxe capítulos bem-produzidos, inspirados pelo filme de
Hector Babenco

Hoje é Dia de Maria - microssérie (Globo)
O diretor Luiz Fernando Carvalho arriscou-se, e muito. Pegou histórias do folclore brasileiro e universal, misturou linguagens e apostou em interpretações antinaturalistas. Fez a melhor produção da tevê brasileira
em anos.

A Lua me Disse - novela (Globo)
O folhetim escrito por Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa reciclou o básico com ousadia. Com figurinos à la Almodóvar e personagens incomuns como a dona Roma de Miguel Magno, ainda colocou Wagner Moura no papel de galã.

A Grande Família - seriado (Globo)
Em sua quinta temporada, o seriado mostra que não perdeu o fôlego – pelo contrário. A separação de Bebel e Agostinho e o primeiro porre de Lineu, além do elenco, cada vez mais afinado, são provas de que existe humor sem apelação.

Essas Mulheres - novela (Record)
O belo texto de Marcílio Moraes, com colaboração de Rosane Lima, inspirava-se em obras de José de Alencar, mas com sabor atual. Além disso, a novela tinha caprichada reconstituição de época.

Carandiru – Outras Histórias - série (Globo)
Com muito cuidado, nas mãos de Hector Babenco, Roberto Gervitz e Walter Carvalho, a série partiu do que o longa Carandiru tinha de mais forte: as histórias de vida dos presos, antes da cadeia.

O mico do ano

A Sol em América

Ninguém pagou tanto mico na esdrúxula América de Glória Perez quanto a Sol de Deborah Secco. No começo, quando ela se agarrava a um globinho de neve, a culpa foi para o diretor Jayme Monjardim, que foi afastado. Sol, porém, continuou se metendo em situações ridículas: tentou ir para os EUA num porta-luvas (isso mesmo!), chorou vestida de Estátua da Liberdade na chuva, conseguiu voltar para a América numa balsa atacada por baldes de água e perdeu o mocinho Tião (Murilo Benício) para Gabriela Duarte. No final, já não se sabia se era a Maria Paula do Casseta & Planeta que imitava Deborah Secco – ou o contrário.