20 de março de 2000
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Folk

Telling Stories
Tracy Chapman lança novo CD e insiste na fórmula que a consagrou

Ramiro Zwetsch

Com a proposta de revisar o folk rock, Tracy Chapman foi abraçada por público e crítica quando apareceu no cenário pop, em 1988. Seu primeiro disco, Tracy Chapman, vendeu mais de 10 milhões de cópias pelo mundo e faturou três prêmios Grammy, recuperando um estilo musical que permanecia estático desde os anos 70. Seu principal porta-voz, Bob Dylan, encontrara sua fórmula definitiva, aliando harmonias fortes e letras de protesto aos arranjos rurais da canção country norte-americana. Esse formato atravessou a década de 80 sem renovações, com o próprio Dylan repetindo a fórmula que o consagrou.

O surgimento de Chapman enquadrou o folk em uma moldura comercial, insistindo nas canções de protesto e apostando em melodias mais acessíveis às rádios. De lá para cá, a cantora lançou mais três álbuns, amealhou mais um Grammy e seguiu descarregando sua poesia social em baladas açucaradas.

Telling Stories, o último álbum de Tracy Chapman, realça aquilo que ela tem de melhor: uma voz única, a serviço de letras politizadas. A melhor surpresa é “Nothing Yet”, uma bela canção que, ao mesmo tempo que descreve, questiona o progresso social da comunidade negra. Todas as faixas investem em uma estrutura básica – com baixo, bateria e violão tecendo uma malha sonora suave para Chapman exibir todo seu talento vocal.

Telling Stories tem tudo para agradar os fãs da cantora, mas lança um impasse. Durante a década de 90, artistas como Beck e Ben Harper renovaram o folk adicionando elementos do rap e do soul. Insistindo em manter o folk recluso às inovações, Chapman começa a soar um pouco repetitiva.

Folk à moda antiga

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