20 de março de 2000
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Castelo Rá-Tim-Bum – a empresa
Veja o filme e, agora, leia o livro

Gabriela Mellão

Você assiste à série? Viu o filme? Leu o livro? Tomou o iogurte? Há mais de 100 chances no mercado para se consumir a marca Castelo Rá-Tim-Bum. A mais recente delas é Castelo Rá-Tim-Bum – O Livro (Companhia das Letrinhas, 112 págs., R$ 25,50), uma adaptação do roteiro da superprodução de R$ 7,5 milhões que ainda está em cartaz nos cinemas. Com diálogos rapidinhos, ilustrados por imagens do filme, o livro tem tudo para atiçar na criançada o gosto pela leitura. Com um toque educativo que não poderia faltar: estudos dos figurinos e das plantas do castelo – o que envolve o leitor na elaboração do filme e dá ao livro um tom inusitado de making of.

Nino, o jovem bruxo de 300 anos, sua tia Morgana e Victor, o grande feiticeiro, ativam a imaginação da garotada desde 1994, quando a série surgiu na Rede Cultura. Desde 1995, vem sendo reprisada – ainda com uma boa pontuação para a casa: média de 4 a 5 pontos de audiência. Mas o sucesso dos personagens sempre contou com a forcinha de produtos licenciados. Brinquedos, livros, roupas e até iogurte Castelo Rá-Tim-Bum contribuíram para o crescimento da marca – que já movimentou R$ 3,5 milhões, dos quais 8% ficaram para os autores Cao Hamburguer e Flávio de Souza. Já o lucro líquido da TV Cultura varia de acordo com o produto – no caso de um livro da série, por exemplo, é de 7%.

Com a estréia do filme, em janeiro, o mercado foi reaquecido e reabastecido. Aproveitando a brecha da rescisão de contratos de quase dois terços dos produtos da série de tevê – que não têm previsão de renovação –, outros 100 produtos foram lançados nas lojas, desta vez com a marca Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme. A estimativa de faturamento dá uma idéia da estrutura da nova empresa: R$ 10 milhões até o fim do ano.

 

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