20 de março de 2000
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Drama

Música do Coração
Drama musical garante a Meryl Streep a 12.a indicação ao Oscar

Neusa Barbosa

Fotos: Divulgação
Meryl: história real de uma professora de violino

Enquanto se preparava para atacar Pânico 3, novo capítulo da franquia sangrenta que está arrebentando nas bilheterias americanas, o diretor Wes Craven encontrou um passatempo relaxante – filmou a delicada história de uma professora de violino no Harlem de Nova York, Roberta Guaspari, e garantiu uma vaga na festa do Oscar. São duas indicações: melhor canção (“Music of the Heart”) e melhor atriz para Meryl Streep (leia quadro ao lado).

O empenho dos dois pesos-pesados de Hollywood acabou de tirar do anonimato a professora, que já havia sido objeto de um documentário, Small Wonders (1996). Drama familiar convencional, é a típica história da heroína que cultiva flores no lodo. Recém-saída de um casamento falido, Roberta não tem mais do que dois filhos, 50 violinos e seu talento como musicista na bagagem – além de uma imperiosa necessidade de trabalhar. Sem experiência profissional, por conta dos constantes deslocamentos ao lado do ex-marido militar, ela enfrenta um muro de incompreensão para colocar seu conhecimento a serviço das crianças pobres de uma escola pública do East Harlem. Mães de alunos e mesmo a diretora (Angela Bassett, Malcolm X) não a levam muito a sério. Roberta entra pela porta dos fundos, sempre dependendo de verbas a ponto de sofrer um corte.

Na vida real, Roberta Guaspari sofre o mesmo dilema para manter seu programa, que já revelou grandes talentos. Ajudou-a, por enquanto, a projeção emprestada pelo filme, que teve a participação espontânea de violinistas do primeiro time, como Itzhak Perlman e Isaac Stern.

Para embalar bons sentimentos

 

Foco

Queridinha do Oscar

Gabriela Mellão

Disputar um Oscar é um fato corriqueiro para Meryl Streep, de 50 anos. Em 23 anos de carreira, a atriz norte-americana, considerada a rainha dos múltiplos sotaques e penteados de Hollywood, já preparou 12 discursos para a grande festa da Academia. Os mais recentes deles para Um Amor Verdadeiro (1998) e As Pontes de Madison (1995).

Meryl: Oscar por A Escolha de Sofia

As indicações são tão freqüentes em seu currículo que até ela faz piada com o assunto. Diz que a corrida pelas estatuetas soa como reprise e o público deve pensar: “Oh, não. Ela de novo!”. Este ano não vai ser diferente. Com a atuação no 31.º filme de sua carreira, Música do Coração, Streep estará mais uma vez sentada na platéia que mais exibe artistas por metro quadrado do mundo, concorrendo a sua terceira premiação. Até hoje, ela levou dois Oscar: um de atriz coadjuvante por Kramer vs. Kramer (1979) e outro de melhor atriz por A Escolha de Sofia (1982).

Desta vez, Streep já tem motivos para comemorar antes da festa que acontece dia 26. A 12.ª indicação a coloca em pé de igualdade com Katharine Hepburn (Num Lago Dourado, 1981), a atriz que mais recebeu indicações na história do cinema. Mas mesmo se não voltar da cerimônia com as mãos abanando – o que os críticos duvidam –, ainda estará um Oscar atrás de Hepburn, que já abocanhou quatro.

 

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