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Copa movimenta o mercado

Thaís Ferrite

Faltando menos de um ano para a Copa do Mundo, as emissoras começam a se mexer. A transmissão dos jogos na tevê aberta será exclusiva da Globo. A emissora, que pagou cerca de US$ 80 milhões pelos direitos, afirma que não há nenhuma programação definida. Mas as seis cotas de patrocínio foram rapidamente fechadas no começo de setembro. Itaú, Ambev, Vivo, Mastercard, Ford e Ambev Refrigerantes desembolsaram estimados R$ 50 milhões cada.

Os canais fechados já estão em contagem regressiva para o mundial. Na ESPN, alguns programas sobre a Copa estão no ar. “Todo mês mandamos equipes para a Alemanha para acompanhar os preparativos. A partir de junho a Copa ocupará 24 horas da programação”, comenta o diretor de jornalismo José Trajano.

A SporTV e a Bandsports também investem pesado na cobertura. A SporTV já vendeu todo seu espaço comercial, enquanto a Bandsports e a ESPN fecharam cerca de 70% das cotas. “Na Alemanha serão 12 cidades-sedes, o que torna a produção bem mais cara que a Copa anterior”, explica Alexandre Bortolai, diretor comercial da Bandsports. Estima-se que as cotas na tevê fechada variem entre R$ 8 milhões e
R$ 14 milhões.