13 de março de 2000
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Você conhece os seus seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando. Respostas no final da coluna.

1. Alô, Marquês de Sapucaí. Alô, Negão da Cuíca, Edinho do Ferro-Velho e todo meu povo da baixada fluminense. Eu sou aquele cara que puxa a escola na avenida. Sou o homem do gogó, nascido e criado em Nilópolis, neto, filho e pai de sambista da gema. Já cantei até no Fantástico, mas em lugar da fama prefiro a quadra da minha escola, onde todo mundo me conhece por um diminutivo carinhoso. Este ano de novo fui para o barracão contar voto por voto e defender as cores da Beija.

2. Não, assim, quer dizer, os dirigentes do clube dizem que querem pagar 80 milhões de dólares por mim, mas a gente não pode deixar isso subir à cabeça porque ainda há tempo, o treinador confia no nosso trabalho e ainda temos várias coisas para realizar esse ano, estamos no meio da preparação para as Olimpíadas e, se Deus quiser, ainda terei muitas outras ofertas que vão deixar minha mãe cada vez mais feliz lá em Porto Alegre. Mas não é hora de ficar pensando nisso e sim na bola pra frente, valeu?

3. Este ano eu fui o Cléber Machado do Rio de Janeiro – ou o Fernando Vanucci de 1999. É que eu narrei a maior festa popular do País. Sou poeta, sou apresentador, sou até diretor de cinema. Como você vê, sou um cara sensível, só não gosto muito de balé, que acho meio efeminado. Todo mundo me assiste nas noites de domingo, apresentando desde a doença da semana até entrevistas com maníacos. Não é fantástico? Saúde e paz, que o resto a gente corre atrás.

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