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Você conhece
os seus seus ídolos? Então descubra de quem estamos falando. Respostas
no final da coluna.
1. Alô, Marquês
de Sapucaí. Alô, Negão da Cuíca, Edinho do Ferro-Velho e todo meu
povo da baixada fluminense. Eu sou aquele cara que puxa a escola
na avenida. Sou o homem do gogó, nascido e criado em Nilópolis,
neto, filho e pai de sambista da gema. Já cantei até no Fantástico,
mas em lugar da fama prefiro a quadra da minha escola, onde todo
mundo me conhece por um diminutivo carinhoso. Este ano de novo fui
para o barracão contar voto por voto e defender as cores da Beija.
2. Não, assim,
quer dizer, os dirigentes do clube dizem que querem pagar 80 milhões
de dólares por mim, mas a gente não pode deixar isso subir à cabeça
porque ainda há tempo, o treinador confia no nosso trabalho e ainda
temos várias coisas para realizar esse ano, estamos no meio da preparação
para as Olimpíadas e, se Deus quiser, ainda terei muitas outras
ofertas que vão deixar minha mãe cada vez mais feliz lá em Porto
Alegre. Mas não é hora de ficar pensando nisso e sim na bola pra
frente, valeu?
3. Este ano
eu fui o Cléber Machado do Rio de Janeiro – ou o Fernando Vanucci
de 1999. É que eu narrei a maior festa popular do País. Sou poeta,
sou apresentador, sou até diretor de cinema. Como você vê, sou um
cara sensível, só não gosto muito de balé, que acho meio efeminado.
Todo mundo me assiste nas noites de domingo, apresentando desde
a doença da semana até entrevistas com maníacos. Não é fantástico?
Saúde e paz, que o resto a gente corre atrás.

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