6 de março de 2000
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Pop Rock

Standing On The Shoulder Of Giants
Oasis volta ao psicodelismo e lança seu melhor álbum

Humberto Finatti

Os “donos do mundo” estão de volta. Ou – como preferem os detratores do grupo inglês Oasis – o êmulo mais perfeito e perverso que os Beatles já possuíram lança novo disco. Standing On The Shoulder Of Giants é o quarto álbum da banda comandada pelos irmãos Noel (guitarras e vocais) e Liam (vocais) Gallagher. Só que, desta vez, quem não simpatiza com o quinteto surgido em Manchester, em 1994, vai ter que se conformar. Voltando ao rock básico e às influências sessentistas e psicodélicas da fase inicial e contando com um punhado de boas canções compostas por Noel, o Oasis ressurge com seu melhor álbum desde o multiplatinado (What’s The Story) Morning Glory?, de 1996.

Alguns problemas, no entanto, parecem ter fornecido o entusiasmo necessário para que o grupo engendrasse um grande disco. Concluídas as gravações, em fins de setembro, dois dos membros fundadores do Oasis – o baixista Paul McGuigan e o guitarrista Bonehead – desertaram de seus postos sem maiores explicações, gerando uma crise interna que quase acabou com o quinteto que mais vende discos no rock inglês atual.

Com raras exceções, Standing On The Shoulder Of Giants apresenta um rock vigoroso (como na instrumental “Fuckin’ The Bushes”, ou ainda “I Can See a Liar” e o já hit radiofônico “Go Let It Out”) e baladas envolventes (caso da belíssima “Who Feels Love?”). Sim, o Oasis continua rapinando os Beatles – e a espetacular “Roll It Over” entrega isso. Mas, e daí? O que importa é que, em um momento em que o pop e o rock vivem mais de aparências, o Oasis se destaca por fazer ótima música.

Os gigantes de volta.

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