6 de março de 2000
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Jaques Morelenbaum

Lilian Amarante

Por trás do último Grammy brasileiro, concedido a Caetano Veloso, existe um outro nome forte: Jaques Morelenbaum, o produtor e arranjador do CD Livro. Excursionando por Portugal com o Quarteto Jobim-Morelenbaum, ele conversou com Gente.

Como recebeu a notícia do prêmio?
Não vi a transmissão, mas fiquei felicíssimo! É bom demais receber uma notícia assim quando se está rodando o mundo, divulgando nossa música.

Qual a importância do prêmio?
Dentro do mercado de música mais poderoso no mundo, é uma exposição bastante interessante.

Quais são os méritos do CD Livro?
Primeiro o talento e a luz do Caetano. O disco mescla a música de raiz da Bahia com os intercâmbios culturais da bossa nova, cool jazz e música erudita. Mistura a percussão de rua com tratamentos orquestrais elaborados.

Como é a parceria com Caetano?
O primeiro trabalho foi no disco Circuladô. Ele me dá total liberdade criativa. Está sempre antenadíssimo e querendo saber o que você tem a dizer.

Você sente um crescimento da música brasileira lá fora?
A música brasileira está se afirmando como uma das mais queridas formas de expressão artística. Em Lisboa, a cada duas portas de bar, se escuta música brasileira.

 
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