6 de março de 2000
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Carnavalesca

O Jubileu de Ouro
Armandinho comemora 50 anos do trio elétrico em CD eletrizante

Gerson de Faria

Foto: Bruno Veiga
Aroldo, Armandinho, Betinho e André Macêdo:
antídoto para a mesmice do axé

Para comemorar os 50 anos de trio elétrico, os herdeiros do célebre Osmar Macedo, que junto com Dodô reinventou o Carnaval da Bahia, acabam de lançar O Jubileu de Ouro – Armandinho, Dodô e Osmar. O 16.º CD dos quatro irmãos (Armandinho, Aroldo, André e Betinho) reafirma as bases da música dos trios elétricos, centrada nas guitarras baianas e na fusão de ritmos como o frevo, o ijexá, o pop rock e o samba reggae. É um antídoto à mesmice que domina a cena axé carnavalesca.

Armandinho assina a maioria das 14 faixas, revezando-se em parcerias, enquanto o caçula André conduz o vocal na quase totalidade delas. O Jubileu... abre com a música que dá nome ao disco, de Armandinho e Moraes Moreira, dando seqüência à empolgante “Chame Gente”, da mesma dupla, e que ganhou colorido especial com uma reunião de estrelas nos vocais: Gilberto Gil, Caetano, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Margareth Menezes e outros. Há até uma inserção de guitarra havaiana, extraída de uma gravação feita pelo próprio Osmar, falecido em 1997. O CD mistura ainda o pique alucinante de “Água Mineral” (Carlinhos Brown) com a cadência de “Zero” (Armandinho e Fausto Nilo). Traz a recriação de clássicos do pop como “Something”, de George Harrison, e a irreverente carnavalização de eruditos, como o medley composto pelo “Bolero”, de Ravel, “Flauta Mágica”, de Mozart, e “Vôo do Besouro”, de Korsakov. Para pipoca (o folião que prefere pular fora das cordas dos grandes blocos) nenhum botar defeito.

Carnaval de ouro.

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