6 de março de 2000
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Joãosinho Trinta

 

 

Flávio Sampaio

Foto: Divulgação
O carnavalesco de 66 anos
tenta o bicampeonato à
frente da Viradouro

A escola era a Beija-Flor. O samba-enredo, “Paraíso da Loucura”. Em 1979, mais uma vez Joãosinho Trinta preparava-se para uma acirrada briga na avenida. “O samba daquele ano pedia que o povo tomasse banho no chuveiro da ilusão. Algum espírito de porco espalhou que eu traria um chuveiro dos Estados Unidos que tinha uma água que não molhava. Até eu gostaria de ver isso”, recorda, bem-humorado, o carnavalesco. A tal água que não molhava era apenas um chuveiro com pequenos filetes espelhados que o ajudou, naquele ano, a conquistar o vice-campeonato. Passadas mais de duas décadas, Joãosinho, 66 anos, recupera-se ainda de uma isquemia cerebral e de uma cirurgia cardíaca, mantendo rigoroso regime alimentar. “Quero dizer que hoje estou muito melhor do que naquela época, tanto de corpo quanto de cabeça”, afirma. Em seu sétimo ano à frente da Unidos de Viradouro, ele vai mais uma vez em busca do bicampeonato para a escola (o primeiro título foi em 1997), com o enredo Brasil: Visões de Paraísos e Infernos, uma síntese da história do País, segundo define. “Desde o começo de nossa trajetória, passamos por paraísos e infernos. A ntenção é que ao abrir os portais dos 500 anos, o Brasil volte a ser o paraíso”, sonha.


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