6 de março de 2000
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Pio e Fábio: primeira viagem dos dois pelos igarapés de Santarém para mostrar o premiado trabalho do doutor Eugênio (ao centro)

Viagem à Amazônia

Luciano Suassuna
Diretor de Redação

No início de fevereiro, o repórter Fábio Bittencourt, 25 anos, entrou numa longa fila no posto de saúde de Mogi das Cruzes, onde reside, e, desrespeitando a orientação do maior especialista em saúde pública de Santarém (PA), tomou vacina contra febre amarela. Paranóia de paulista. Dez dias depois, ele partiu para sua primeira viagem à Amazônia, onde registrou o trabalho do infectologista Eugênio Scannavino Netto, o médico que lhe desaconselhara a vacina.

Em Santarém não há focos da doença. Eleito por jornais do mundo inteiro um dos 21 pioneiros do século que se inicia, o médico revolucionou a saúde da região ao reduzir a mortalidade infantil a níveis de grandes centros como São Paulo e Rio. A diferença é que os mocorongos, como são chamadas as pessoas nascidas no município, se espalham por dezenas de comunidades à beira dos rios. E, para documentar o trabalho de Eugênio, Fábio e o fotógrafo Pio Figueiroa, 23 anos, chegaram a dormir três dias seguidos numa rede armada dentro de um barco.

No Rio de Janeiro, a reportagem de capa desta edição proporcionou outro tipo de encontro: o de Hans Donner com o passado de sua mulher, Valéria Valenssa. Na quarta-feira 23, o mago dos efeitos especiais da Rede Globo desembarcou pela primeira vez na Pavuna, subúrbio do Rio, 50 minutos depois de ter deixado sua confortável cobertura, na Lagoa. “Quero conhecer suas origens”, declarara à Globeleza, que, a pedido da equipe de Gente, posaria no bairro pobre onde foi criada. Na Pavuna, Hans cumprimentou antigos vizinhos e conhecidos de Valéria como se fossem velhos amigos seus.

Um encontro com o passado foi também o que presenciaram, na quinta-feira 24, a chefe da sucursal do Rio, Adriana Barsotti, e a repórter Rosângela Honor. As duas foram recebidas na cobertura do cantor Ney Matogrosso, com vista para o mar do Leblon. Durante uma hora e meia, um solícito Ney contou histórias muito íntimas de sua vida. “Poxa, nem ofereci água e café”, lembrou o cantor, na despedida. Pudera. A entrevista, publicada à página 36, parece ter saído num só fôlego.

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