28 de fevereiro de 2000
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Livros - Foco

Embalos musicais
Obras marcam o registro literário de dois grandes movimentos da música popular

Ramiro Zwetsch

A jovem guarda e a moda de viola, dois grandes ícones não apenas da música brasileira, mas do imaginário popular, acabam de ganhar bons registros literários. No Embalo da Jovem Guarda (Editora Ampersand, 378 págs., R$ 89) é uma reportagem detalhada da mania que tomou o Brasil na década de 60. O pesquisador Ricardo Puglialli consultou 7.500 jornais, 1.460 revistas, 1.630 fotos de época e entrevistou dezenas de personagens ligados ao movimento.

Esse material aparece rigorosamente compilado no livro, indicando, mês a mês, tudo de relevante ou pitoresco que ocorreu entre 1958 e 1968 - os discos lançados, as paradas de sucessos, as fofocas. É curioso descobrir, por exemplo, que foi Tim Maia quem ensinou a Erasmo Carlos os três acordes básicos do violão no final dos anos 50. Em 1963, Erasmo e Roberto Carlos dariam início à parceria mais fértil da jovem guarda.

Música Caipira - Da Roça ao Rodeio (Editora 34, 438 págs., R$ 33), da jornalista Rosa Nepomuceno, relata as origens da moda de viola, música que faz trilha sonora do cotidiano caboclo há quase um século. Além de radiografar suas raízes, o livro realça sua importância e ajuda a compreender a dimensão comercial que a música sertaneja ganhou a partir da década de 80. Traz constatações curiosas: enquanto Leandro - cantor que fazia dupla com Leonardo - teve sua morte amplamente noticiada em junho de 1998, João Pacífico, um dos pioneiros do gênero e ídolo do próprio Leandro, faleceu em dezembro do mesmo ano no anonimato.

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