28 de fevereiro de 2000
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Cinema - Foco

Os Ursos de Berlim
Nem tudo é festa americana na entrega dos prêmios de um dos maiores festivais de cinema da Europa

Lilian Amarante

Com o maior número de filmes em competição, o cinema americano tinha tudo para fazer a festa no 50.º Festival de Cinema de Berlim. E fez. Antes mesmo de começar, já se falava da generosidade com que o festival abria espaço para Hollywood competir com as produções européias. Agora, com a maioria dos Ursos na mão, os americanos só não podem comemorar por completo porque muitos dos filmes concorrentes foram produzidos nos Estados Unidos e dirigidos por europeus. É o caso do vencedor do Urso de Prata The Million Dollar Hotel, do alemão Wim Wenders.

O grande prêmio do Festival, o Urso de Ouro, ficou com o favorito e também americano Magnolia, dirigido por Paul Thomas Anderson, um cineasta de 29 anos que já dirigiu Boogie Nights e encantou Tom Cruise, ganhador do Globo de Ouro (de ator coadjuvante) e concorrente ao Oscar pelo filme.

O prêmio de melhor direção ficou com Milos Forman por Man on The Moon, estrelado por Jim Carrey. O de melhor ator foi para Denzel Washington, por sua atuação em Hurricane, também indicada ao Oscar.

O chinês Zhang Yimou, o mais famoso e premiado cineasta de seu país, ficou com o Grande Prêmio do Júri por O Caminho de Casa. O Urso de melhor atriz foi dividido entre as alemãs Bibian Beglau e Nadja Uhl, ambas do longa Die Stille Nach Dem Schuss, de Volker Schlöendorf. A Alemanha ficou também com o Urso de Prata de realização especial pelo filme Paradiso, de Rudolf Thome.

E, finalmente, o prêmio da crítica, que contrabalançou os resultados escolhendo uma produção francesa: La Chambre des Magiciennes, de Claude Miller. Bossa Nova, de Bruno Barreto, fechou o festival fora de competição. Foi aplaudido de pé.

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