28 de fevereiro de 2000
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Cinema - Foco

Um olho na rebeldia, outro na bilheteria
Academia de cinema de Hollywood pode premiar filmes menos conservadores, mas ainda assim de boas bilheterias

Neusa Barbosa

Aos 72 anos, a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas de Hollywood parece disposta a provar que não é tão conservadora assim, elegendo histórias pouco ortodoxas nos campeões de indicações: Beleza Americana (8), O Informante (7), Regras da Vida (7) e O Sexto Sentido (6).

Tudo indica que em 26 de março a estatueta de melhor atriz vá para Hilary Swank, que vive uma transexual em Meninos Não Choram, e o melhor ator será escolhido entre dois pais de famílias tortas, um atraído por adolescentes (Kevin Spacey, Beleza Americana), outro viciado em álcool (Russell Crowe, O Informante). Mas os votantes podem ter uma recaída e escolher Richard Farnsworth (História Real), de 79 anos.

A precocidade do garotinho Haley Joel Osment (O Sexto Sentido) pode favorecê-lo na corrida pelo troféu de coadjuvante, superando Michael Caine (Regras da Vida), Tom Cruise (Magnolia) e outro novato de peso, Michael Clarke Duncan, de À Espera de um Milagre, concorrente a melhor filme.

Analisando a bilheteria dos cinco concorrentes a melhor filme até 15 de fevereiro, conclui-se que a Academia não está tão rebelde assim. Os cinco somados tinham arrecadado cerca de US$ 528 milhões, mais que a metade só na conta de O Sexto Sentido. Se valer o brilho dos cifrões, melhor para O Sexto Sentido e pior para O Informante que, apesar da boa crítica, só faturou US$ 26,4 milhões.

Não se espera nenhuma lavada do gênero Titanic, que levou nove prêmios em 1997. A divisão do ouro é a tônica, a exemplo do Oscar 98, quando O Resgate do Soldado Ryan (5) e Shakespeare Apaixonado (6) repartiram o bolo.

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