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Teatro - Perfil

Solange Farkas e a ópera virtual

Paula Alzugaray

Foto: Julio Vilela

Ela acaba de chegar de Hong Kong, onde fez a curadoria de um dos mais importantes festivais de vídeo da Ásia. Desembarcou direto no teatro Sesc Ipiranga, em São Paulo, onde dirige os ensaios de A Ópera do Fim do Mundo. Trouxe na mala um novo equipamento digital para mixar som e imagem com máxima precisão, o CVD. Além do aparelho de última geração, Solange Farkas trouxe para o teatro uma bagagem de 17 anos de experiência com videoarte - ela é diretora e curadora do Vídeo Brasil, o maior festival internacional de vídeo da América Latina.

Convidada a participar do projeto Pocket Ópera, que pretende difundir a ópera a partir de seu cruzamento com outras linguagens, Solange Farkas preparou uma adaptação da ópera O Grande Macabro, do compositor contemporâneo Gyorgy Ligeti. "Estou usando o equipamento novo para projetar um personagem virtual que interage com os cantores no palco", diz Solange, 42 anos, em sua primeira experiência no teatro. Sua A Ópera do Fim do Mundo, que estréia na sexta 18, é uma sátira sobre um falso messias que alardeia o fim do mundo. "Se o intuito é popularizar a ópera, quisemos construir um ambiente sedutor e mágico com performances e recursos eletrônicos em imagem e som", diz a diretora baiana.

Casada há 21 anos com o fotógrafo de cinema Pedro Farkas, com quem tem três filhas, Solange começou sua trajetória atuando como jornalista cultural dos principais jornais baianos e editando a revista de fotografia Fotóptica, do sogro João Farkas.

Há 20 anos vivendo em São Paulo, Solange colocou a cidade no circuito internacional de vídeo e arte eletrônica. "A partir de 1994 o mercado começou a se interessar. É um trunfo: hoje, programadores de tevê e os curadores dos principais museus do mundo vêm para cá e nós temos muito o que mostrar."

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