21 de fevereiro de 2000
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Música - Axé

Meu Nome É Gil
Novo álbum da Banda Beijo é plataforma para a cantora Gil

Guga Stroeter

Foto: Manoel Marques

Em vista da aproximação do Carnaval, a Banda Beijo lança seu novo álbum, Meu Nome É Gil. São 12 faixas, a maioria delas criada para a folia dos blocos e trios elétricos e outras que seguem a atual tendência do axé: a aproximação com a MPB. Caetano Veloso participa cantando "Verdade" e uma das faixas homenageia Renato Russo numa gravação de "Tempo Perdido". Além disso, o ecletismo fica evidente com a balada romântica "Deixa" e um pot-pourri dos Mamonas Assassinas.

Apesar de ser um lançamento da Banda Beijo, o título Meu Nome É Gil já diz tudo: o disco serve como um veículo para a promoção da bela e jovem cantora baiana Gil. A Banda Beijo foi um dos agentes pioneiros na transformação dos ritmos baianos em produto de cultura de massa. A primeira fase do grupo tinha Netinho como cantor e líder e durou de 1988 a 1992. Nessa época, o sucesso do axé foi tão avassalador que a festa migrou das ruas para a tevê. Foi aí que os diferenciais da nova mania - como as coreografias sensuais e interativas - cristalizaram-se. E as gravadoras trabalharam numa sucessão de lançamentos de grupos e cantoras. A era Daniela Mercury abriu caminho para Ivete Sangalo, e a mesma lógica está sendo aplicada para Gil.

No entanto, às vésperas do Carnaval 2000, as vendagens do axé estão inexpressivas. "A pirataria e a situação do País ajudaram a dar uma esfriada no axé", arrisca Gil. "O axé é como a vida, não pode estacionar, tem sempre que se reciclar", completa ela. Se o gênero pretende revitalizar-se, precisa nutrir-se mais da alegria das ruas e menos da guerra de audiência dos programas de auditório.

Gil Tropical

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