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Cinema -Infantil
Bebês
Geniais
Efeitos especiais são o ponto forte
de novo infantil
Lilian
Amarante
O que pode haver
por trás de um simples gugu-dadá? O cinema americano
já fez suas brincadeiras a respeito com o divertido Olha
Quem Está Falando, em que um garotinho metido em fraldas
consegue tirar sarro de tudo e todos, com suas "falas"
dubladas por uma voz adulta.
Em Bebês
Geniais, a gozação vai além. Sly, um menino
de 2 anos, é a versão para o cinema daquele garoto-propaganda
de telefone celular que tem sua boca alterada por computador e é
capaz dos discursos mais mirabolantes.
Ele é
vítima da ambiciosa Dra. Elena Kinder, (Kathleen Turner,
A Guerra dos Roses), que na companhia de seu sócio Heep (Christopher
Lloyd, De Volta para o Futuro), dirigindo um laboratório
clandestino, pretende ganhar fama e fortuna com a inteligência
dos bebês. Na contramão, uma sobrinha dela e o marido
estudam o comportamento infantil numa creche e adotam (sem saber)
o irmão gêmeo de Sly. A partir daí, os dois
mundos se misturam e sobra criança e fralda para todo lado.
Os diálogos
infantis são inacreditáveis, já que, na fantasia
do diretor Bob Clark, todos os bebês se comunicam em língua
própria e conhecem os segredos da vida até os tenros
2 anos. Bebês Geniais não diverte os adultos tanto
quanto Olha Quem Está Falando. Talvez por isso, só
vai para os cinemas em versão dublada.
Só
para crianças
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