Celebridade  
Arquivo Pessoal
Aos 5 anos, Adriane Galisteu se fantasiava de índia para pular o Carnaval em bailes infantis no interior paulista
• • •

Enviar para um amigo
Leia colunas anteriores

Adriane Galisteu

por Diógenes Campanha

George Magaraia
Hoje, a apresentadora é estrela na avenida, como madrinha de bateria da Rosas de Ouro, em São Paulo, e da Acadêmicos da Rocinha (acima), no Rio
Fantasiada de índia aos 5 anos, ela já fazia sucesso nas matinês de Carnaval. Hoje, aos 31 anos, Adriane Galisteu brilha como rainha de bateria da Rosas de Ouro, em São Paulo, e da Acadêmicos da Rocinha, escola do grupo de acesso do Rio de Janeiro, mas ainda guarda o mesmo entusiasmo infantil. “Nunca pensei que, quando ficasse mais velha, Adriane fosse continuar gostando tanto de folia, a ponto de fazer de tudo para sair na avenida e fazer questão de que sua fantasia esteja sempre bonita e impecável”, revela Ema Galisteu, a mãe da apresentadora, que se surpreende com o fôlego da filha para se preparar para a maratona no sambódromo, em meio ao corre-corre das gravações do programa Charme, com Adriane Galisteu, no SBT. Acostumada a freqüentar bailinhos infantis de Carnaval desde os 4 anos, quando passava os feriados em Atibaia, interior de São Paulo, Adriane fazia sucesso nos salões vestida de cigana, índia e odalisca. “Ela sempre ganhava prêmios de melhor fantasia. Ficava sempre em primeiro, segundo lugar”, conta, dona Ema. “Também ganhava o título de melhor foliã mirim, porque era sempre a mais animada do baile, a que mais pulava.” Além dos bailes, a família Galisteu também organizava um bloco de Carnaval no hotel onde ficavam hospedados. “Adriane era sempre a primeira a querer sair”, recorda-se a mãe, que aplaude orgulhosa a evolução da filha ao ritmo de samba, seja de índia ou de rainha da bateria.