| Na França, a visita de um chefe
de Estado só é considerada oficial se a cerimônia
de recepção tiver vinho, obrigatoriamente.
A Espanha não tem a mesma tradição
de seu vizinho, mas consegue agradar ao paladar aristocrático
do rei Juan Carlos com os vinhos da Emilio Moro –
especialmente o “Malleolus de Valderramiro”
–, produzidos com a uva Tempranillo. Confira abaixo
as características dos vinhos da casa, que devem
chegar ao País em março.
| • Malleolus de Valderramiro
2002 |
É o top da linha. Ele passa 18 meses em barricas
de carvalho francês, tem uma nota granada e custa
entre 70 e 75 Euros. Sua complexidade aromática
guarda frutas confeitadas, tostado de madeira e especiarias
mais finas como canela, cravo e pimenta, além
de um toque de chocolate. Ele seca o paladar, mas tem
um frescor agradável. Os taninos são doces,
macios e marcantes, porém sem perder a elegância.
Acompanha bem queijos curados e duros e carnes com gosto
forte. |
| • Malleolus 2002 |
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Produzido a partir de 1998, é um vinho com
aromas evoluídos como especiarias, fruta vermelha
madura, lembrando cassis, um pouco de couro e tabaco.
É
um vinho estruturado, com um bom corpo e taninos fáceis,
agradáveis e marcantes. Tem um bom potencial
de evolução, variando entre 10 e 20
anos, e combina com pratos ricos e untuosos como rabada
e dobra-
dinha. Custa 25 Euros.
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| • Emilio Moro 2002 |
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No nariz, tem notas tradicionais de frutas vermelhas
com nuanças de madeira, um leve toque de eucalipto
e um toque discreto de baunilha. Custa 15 Euros e
é um vinho elegante. Tem persistência,
bom frescor e acidez. Os taninos são finos,
macios e aveludados, e o vinho tem um bom potencial
de guarda – entre cinco e seis anos. Acompanha
bem carnes vermelhas com cortes suculentos, assados
com molho à base de vinho e queijos envelhecidos.
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