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| Henrique e Priscila: prevenção
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A proximidade do verão leva as pessoas a pensar em moda
leve e sensual, que obrigatoriamente expõe um corpo saudável
e bronzeado. É neste período que a maioria das mulheres
lembra de olhar para as próprias pernas e, diante do espelho,
se questiona se tem ou não varizes. Os portadores de varizes
freqüentemente apresentam sintomatologia evidente, como peso
e/ou cansaço nas pernas, acompanhado ou não por edema
vespertino (inchaço). O quadro de insuficiência venosa
crônica é composto por uma série de sinais e
sintomas relatados pelo paciente e constatados na consulta. Uma
veia visível não significa ser varicosa e a presença
de teleangectasias (vasinhos) não significa obrigatoriamente
doença.
Pacientes com antecedentes familiares de varizes têm maior
predisposição a desenvolvê-las, motivo pelo
qual devem procurar orientação para preveni-las. A
orientação é fazer com que sejam evitados os
fatores que prejudicam a drenagem do sangue pelas veias, que é
feita no sentido das pernas para o coração. Com isto,
sobrepeso e sedentarismo devem ser combatidos.
A estrutura vascular de cada indivíduo está teoricamente
apta a suportar uma sobrecarga determinada pelo seu peso ideal,
sentindo os sintomas de descompensação quando este
é superado. E a atividade física regrada e de baixo
e médio impacto são um incremento na drenagem venosa
favorecido pelos músculos tonificados.
Nas mulheres, os hormônios femininos já naturalmente as incluem num grupo de maior incidência de varizes. O uso de contraceptivos orais ou injetáveis aumenta o desenvolvimento em pacientes predispostas, e alternativas contraceptivas devem ser dadas para evitar este efeito indesejável. Ainda em relação às mulheres, a gestação constitui uma situação peculiar, em que, além do aumento dos hormônios circulantes, temos o aumento natural do peso e a compressão das veias pelo útero gravídico. Portanto, um programa especial de educação postural e exercícios físicos deve ser desenvolvido.
Várias dúvidas povoam a cabeça das mulheres, relacionadas a mitos como subir e descer escadas, usar saltos altos, fazer depilação e a presença questionável de “varizes internas”. As varizes constituem uma doença de caráter evolutivo, que, se não tratadas, acarretam situações indesejáveis como o escurecimento da pele (dermite ocre), hemorragias, flebites e tromboses superficiais. O importante é o paciente saber qual o grau de insuficiência venosa que apresenta e que tratamentos minimamente invasivos já estão ao alcance de todos. Hoje preconiza-se que as varizes sejam tratadas em consultório, independentemente do seu grau de desenvolvimento, dispensando anestesias e internações. Recentemente introduzida no Brasil, a ecoesclerose priva os pacientes do trauma imposto pela cirurgia hospitalar convencional, dispensando inclusive o repouso.
Unindo forças
em favor da Educação Física
O Presidente da Associação Brasileira de Academias
(ACAD), medalhista olímpico e empresário,
Djan Madruga, reconhece a necessidade de a sociedade ser atendida
com competência e segurança como uma das prioridades
do setor da atividade física. Ressalta ainda a importância
do setor para
o desenvolvimento do País. “A união da categoria
faz com que consigamos mostrar às autori-
dades de todas as esferas governamentais o poder e a importância
econômica e social dos Pro-
fissionais de Educação Física”.
Como vê a Educação Física
atual?
O Profissional de Educação Física brasileiro
na área de academias é o melhor do mundo. Isto
com certeza se deve ao trabalho do CONFEF e dos CREFs. Temos recomendado
a todas as
academias que só contratem profissionais habilitados.
Quais os impactos da Educação Física na economia do país?
Nosso mercado é um grande gerador de empregos
(1,5 milhões, sendo 870 mil diretos, segundo o ATLAS DO ESPORTE NO BRASIL) e tem grandes repercussões econômicas. Estimo que para cada ponto percentual da população (1,6 milhão de pessoas) que pratique Educação Física, economize-se pelo menos 2,4 bilhões de reais em gastos médicos anuais. De posse de dados como este, podemos mostrar aos Três Poderes, quem somos e a força que temos.
Qual o papel das academias no contexto da saúde?
Buscamos conscientizar todos os proprietários de que academia não trabalha com estética, e sim com saúde,
e que, junto com os clubes, elas são os maiores
centros de prevenção de doenças do País.
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