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O real poder dos alimentos afrodisíacos
Saiba quais os alimentos que realmente estimulam o desejo sexual, aumentando a produção do hormônio testosterona, decisivo na libido

Sheila Pasquarell

Claudio Gatti

Sheila: alimentação
para o sexo

A palavra “afrodisíaco” tem origem no grego aphrodisiakos e faz referência à deusa do amor, Afrodite. Afrodisíacos são agentes químicos ou odores que estimulam o desejo sexual ou elevam a potência masculina. Um prato bem arranjado e apetitoso à percepção de seus odores e a sua degustação tende a gerar um estado de euforia, capaz de conduzir ou resultar em ampliação do desejo sexual. Uma comida gostosa e saudável, preparada com especiarias, pode sim estimular a paixão.

Algumas especiarias podem ser usadas para estimular o apetite sexual por produzirem odores estimulantes do apetite e criarem um clima no ambiente. São elas: açafrão, cravo, noz moscada, pimentas de vários tipos, gengibre, tomilho, ginseng, canela, aipo, mostarda, coentro, jasmim e almíscar (espalhando-se o pó sobre a comida). Essas especiarias ainda trazem a vantagem de não conter calorias. Com elas, é possível fazer pratos light e saborosos. Há alimentos que aumentam a produção, tanto dos espermatozóides e da testosterona (hormônio decisivo na libido) como da secreção lubrificante vaginal, estimulando ainda mais a vida sexual dos casais. É o caso das ostras frescas, um alimento energético, que têm fósforo, iodo, zinco e contêm pouca gordura. Isso aumenta a disposição para o sexo.

No caso do ovo de codorna, um mito popular, é um alimento riquíssimo em proteínas, possui grande quantidade de vitamina B1 e B2, ferro, manganês, cobre, fósforo e cálcio, tem baixa taxa de colesterol, mas não possui nenhuma substância que potencialize o apetite sexual. Este mito criou-se em 1963, quando foi lançada uma marchinha carnavalesca que dizia “Eu quero o ovo de codorna para comer/ o meu problema ele tem que resolver!”, o que fez iniciar a fama de ovos de codorna como alimento afrodisíaco, mas nenhum estudo real foi realizado. Já o amendoim, outro mito, é um alimento altamente energético, de alto valor calórico, por ser uma oleaginosa, e contém grande quantidade de vitamina B3, que colabora para a vasodilatação sanguínea, por isso é relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual.

Para uma vida sexual ativa é preciso conciliar a prática de atividades físicas a uma alimentação balanceada que evite açúcar e gorduras saturadas e contenha carboidratos, de preferência massas preparadas com farinhas integrais, sem deixar de lado proteínas como as carnes magras, peixes, frango sem pele, a clara do ovo bem cozida (sem a gema). Sem esquecer das frutas, vegetais folhosos e legumes. Recomenda-se no mínimo cinco refeições, pois o jejum prolongado leva à hipotensão (pressão baixa), hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue), fadiga e desânimo. O poder afrodisíaco dos alimentos também está na combinação de cores e aromas. Com um pouco de imaginação e criatividade, o resultado com certeza é garantido. A vida sexual agradece!!!

Sheila Pasquarelli
é nutricionista, coordenadora do Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital Santa Helena/ Unimed Paulistana
1º de setembro: Uma data para ser comemorada

Segundo o Profissional de Educação Física Manoel Gomes Tubino (CREF 000006-G/RJ), 65
anos, presidente da Fiep – Fédération Internationale d'Éducation Physique, dois documentos mudaram a história da Educação Física no mundo: a Agenda de Berlim, de 1999, e o Manifesto Mundial de Educação Física (Fiep), de 2000. No entanto, ele ressalta que, em 1998, a história já começava a ser reescrita aqui mesmo no Brasil. No dia 1º de setembro daquele ano, a Lei nº 9.696 criava os Conselhos Federal e Regionais de Educação Física. A data, escolhida para
celebrar o Dia do Profissional de Educação Física, comemora mudanças que garantiram
mais segurança e qualidade ao setor.

Qual a importância do Dia do Profissional de Educação Física?
Representa a retomada da consciência da importância da Educação Física. A Educação Física brasileira durante muitos anos ficou restrita às escolas. Com a regulamentação e com a criação do Sistema CONFEF/CREFs, a atividade se organizou. Ficou clara a necessidade de melhorar a qualidade no setor, e o CONFEF é um dos pilares na luta por essa questão.

O que a Educação Física representa hoje?
Ela é interdisciplinar. Tem grande ênfase na saúde, mas também tem relações com esportes, educação, ciência, cultura e turismo. O importante é que, hoje, sabemos que a Educação Física não pode ficar restrita ao período escolar. Tem que acompanhar a pessoa ao longo de toda a sua vida. É um direito de todos.

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