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Você conhece
seus ídolos? Então, descubra de quem estamos falando. Respostas
no final da coluna.
1. Sou um
mito latino-americano. Tanto que minha foto aparece em camisetas
e pôsteres nos quatro cantos do planeta. Minha aura de
herói começou na juventude, quando viajei de motocicleta
pela América do Sul e decidi estudar Medicina para ajudar
os miseráveis que encontrei pelo caminho. Em 1959, ajudei
a expulsar de Cuba os agentes do imperialismo ianque. Anos depois,
fui fuzilado na Bolívia, mas minha luta espalhou-se ainda
mais. Meus discípulos aprenderam que é preciso endurecer,
mas sem perder a ternura jamais.
2. Tenho
topete, lá isso tenho. Sou um nacionalista e jamais permitirei
que as oligarquias retrógradas e colonizadas privatizem o
patrimônio da nação brasileira. Acusam-me
de antiquado, pois gosto de coisas como fusquinhas e senhoritas
de curvas generosas. Quando declarei que meu Estado não honraria
os compromissos, foi um deus-nos-acuda. Um deles, o ex-ministro
da Fazenda Mailson da Nóbrega, chegou a dizer que eu sou
um governador que tem os pés no chão. Todos
os quatro.
3. Sou conhecido
por jogar duro. Folgou eu derrubo mesmo. Até há pouco
tempo era assim, quanto mais eu me metia em confusão, mais
futebol jogava. Até que há alguns dias chutei
a bola para fora. A casa caiu. Acho que a torcida não gosta
mais do meu jeito animal. Reconheço que não faltam
motivos: já fiz muita barbeiragem, como destruir carros em
colisões, chutar cinegrafistas e dar cerveja para macaco.
Respostas:
1. Ernesto Guevara, o Che, companheiro de Fidel Castro
na revolução cubana de 1959
2. Itamar Franco, governador de Minas Gerais
3. Edmundo Alves de Souza Neto, atacante do Vasco da Gama
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