31 de janeiro de 2000
Home
Home
Semana
Diversão e Arte
Diversão e Arte
Outras Edições
Outras Edições
Fale Conosco
Assine
Assine
Assine
Assine
Assine
Assine
Busca
 


Você conhece seus ídolos? Então, descubra de quem estamos falando. Respostas no final da coluna.

1. Sou um mito latino-americano. Tanto que minha foto aparece em camisetas e pôsteres nos quatro cantos do planeta. Minha aura de herói começou na juventude, quando viajei de motocicleta pela América do Sul e decidi estudar Medicina para ajudar os miseráveis que encontrei pelo caminho. Em 1959, ajudei a expulsar de Cuba os agentes do imperialismo ianque. Anos depois, fui fuzilado na Bolívia, mas minha luta espalhou-se ainda mais. Meus discípulos aprenderam que é preciso endurecer, mas sem perder a ternura jamais.

2. Tenho topete, lá isso tenho. Sou um nacionalista e jamais permitirei que as oligarquias retrógradas e colonizadas privatizem o patrimônio da nação brasileira. Acusam-me de antiquado, pois gosto de coisas como fusquinhas e senhoritas de curvas generosas. Quando declarei que meu Estado não honraria os compromissos, foi um deus-nos-acuda. Um deles, o ex-ministro da Fazenda Mailson da Nóbrega, chegou a dizer que eu sou “um governador que tem os pés no chão. Todos os quatro”.

3. Sou conhecido por jogar duro. Folgou eu derrubo mesmo. Até há pouco tempo era assim, quanto mais eu me metia em confusão, mais futebol jogava. Até que há alguns dias chutei a bola para fora. A casa caiu. Acho que a torcida não gosta mais do meu jeito animal. Reconheço que não faltam motivos: já fiz muita barbeiragem, como destruir carros em colisões, chutar cinegrafistas e dar cerveja para macaco.

Respostas:
1. Ernesto Guevara, o “Che”, companheiro de Fidel Castro na revolução cubana de 1959
2. Itamar Franco, governador de Minas Gerais
3. Edmundo Alves de Souza Neto, atacante do Vasco da Gama

Boletim Assine Fale Conosco Outras edições Home Boletim Assine Fale conosco Outras edições Home