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Kirsten Dunst: cerca de
US$ 5 milhões para viver a namorada do Homem-Aranha

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Ping-pong / Kirsten Dunst
“Só vou às pré-estréias de
meus filmes por obrigação”


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Elaine Guerini, de Los Angeles (EUA)

Assim que assinou o contrato para interpretar Mary Jane Watson em Homem-Aranha (2002), Kirsten Dunst se comprometeu, de uma só vez, a filmar três aventuras do herói escalador de paredes. “Sempre soube que não faria muita coisa, a não ser gritar por socorro”, brinca. Mesmo não sendo fã de franquias hollywoodianas, a atriz de 22 anos embarcou na trilogia atraída pela chance de rodar blockbusters e, obviamente, pelo polpudo cachê. “Não há nada de errado
em ganhar um pouco de dinheiro’’, diz Kirsten, que embolsou cerca de US$ 5 milhões para reprisar o papel da namora-
dinha do super-herói.

Por ter feito o primeiro Homem-Aranha, sentiu-se mais à vontade na continuação?
Para mim sempre será complicado trabalhar em filmes em que muitas cenas são finalizadas por computador. Isso tira um pouco a liberdade e a espontaneidade do ator. O diretor mostra a sua marca no set, diz para onde você deve olhar e pede uma reação específica. Só que você não vê o monstro que supostamente estaria te levantando do chão.

Você não se expõe como celebridade. Se o fizesse, acha que seria menos interessante como atriz?
Sim. Prefiro acompanhar nas telas o trabalho das atrizes sobre as quais eu sei muito pouco. Por outro lado, posso dizer que tenho dificuldade para posar de estrela. Só vou às pré-estréias de meus filmes por obrigação. Não gosto de aparecer desnecessariamente.

Até que ponto namorar um ator (Jake Gyllenhaal) chama ainda mais a atenção da mídia?
Juntos chamamos mais atenção, mas os paparazzi só conseguem tirar fotos nossas almoçando ou fazendo outras coisas sem graça. No final das contas, acabam nos deixando
em paz justamente porque não saímos muito. Quando preciso ir à pré-estréia de um filme, ele me acompanha, mas não passa pelo tapete vermelho comigo. E vice-versa. Isso porque preferimos que o público nos veja como atores separada-
mente e não como um casal.

Encararia a fama de outra forma, caso não tivesse crescido nas telas? (Kirsten foi vista pela primeira vez aos seis anos em Contos de Nova York, de 1989)
Não sei. Só posso dizer que, por ter começado tão jovem, já era uma pessoa pública quando me dei conta do que isso realmente significava. Na época de Entrevista com o Vampiro, por exemplo, tinha apenas 12 anos e não entendia perfeita-
mente o que era uma celebridade. Tom Cruise e Brad Pitt eram como meus irmãos mais velhos no set.