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Entrevista
   
Fotos: André Durão
“Brinquei com o João dizendo que ia botar um piercing na orelha da nossa filha quando ela nascesse. Não
vou botar, mas ia
ser engraçado um bebê de piercing”,
diz Maria Paula
CONTINUAÇÃO
Sentiu que
fosse se casar?
Quis saber o sexo
do bebê antes?
  

Maria Paula
“Entrei numa família muito doida”
Grávida de sete meses de João Suplicy, filho
de Marta e Eduardo Suplicy, apresentadora
diz que a família do marido é hilária e conta
que teve medo de perder o bebê

Luís Edmundo Araújo

 

De volta das férias, Maria Paula Fidalgo, 33 anos, começou
a ser alvo das brincadeiras dos humoristas do Casseta & Planeta logo no primeiro dia de gravação, na segunda-feira
22 de março. Além da inevitável comparação do tamanho
de sua barriga com a de Bussunda, ouviu de Hélio de la
Peña uma verdade em forma de piada: “Pela primeira vez a gente fala que a Maria Paula tá com o maior barrigão e ela gosta”. E como tem gostado. Grávida de 7 meses e casada desde dezembro passado com o músico João Suplicy, 29 –
filho da prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e do senador Eduardo Suplicy –, Maria Paula esqueceu as noitadas e a
fama de namoradeira. Casada pela primeira vez aos 18 anos – com o jornalista Augusto Xavier, com quem ficou um ano e meio –, ela garante que dessa vez é diferente. “Agora era
a hora. Estou madura”, diz ela, pronta para dar o sétimo
neto aos pais, o fazendeiro Wilson Fidalgo e a artista
plástica Gilka, e o 56º bisneto a Filomena Matarazzo,
matriarca da família do marido.

O que mudou em sua vida com a gravidez?
Tudo. Assim que soube veio um instinto de preservação, de não querer estar em lugar cheio, de não querer que encostem. Se estou num local público, inconscientemente boto a mão na frente da barriga, para evitar cotovelada. É instintivo. Você fica com cuidado para ninguém machucar seu bebê.

Tem evitado sair à noite?
Eu vivia na noite, chegava de manhã em casa. Nunca via televisão. No Casseta, tinha de imitar os personagens das novelas e, aí, me davam um vídeo para eu ver um minuto antes. Casada e grávida, tudo mudou. Disse aos cassetas que não saía mais de casa e estava até assistindo novela. Eles riram e falaram: ‘Bem-vinda à vida de bundões do Casseta & Planeta’. Claro, são todos casados, têm filhos. A vida de casada é diferente, e eu entrei nela.

Esperava reatar o romance com o João (os dois namoraram de 1998 a 2000)?
O destino nos uniu de novo. Fui a São Paulo encenar uma peça (Todo Mundo Tem Problema) e ele foi assistir. Depois a gente se encontrou, ficamos com saudade e voltamos a namorar. Senti logo que era sério, que ia abrir mão de tudo e que dessa vez o bicho ia pegar. Acabou a festa.

Sentiu que fosse se casar?
Reatamos em abril (de 2003) e fiquei grávida em outubro. Não foi planejado, mas já tínhamos decidido nos casar. Era para estarmos casando por agora, mas com a gravidez quis casar logo. Queria um vestido do Reinaldo Lourenço, ficar linda, não podia estar com barrigão. Ainda bem que antecipamos. As fotos ficaram ótimas, eu estava superesbelta.

Como foi a cerimônia?
Foi só no civil, na casa da minha irmã (Maria Augusta, nos Jardins, em São Paulo). Uma cerimônia íntima, só família e
os padrinhos. As famílias já se conheciam, tinham convivido
há seis anos. Foi bonito ver o reencontro. A avó do João,
dona Filomena Matarazzo, mãe do Eduardo, tem 94 anos e
era a mais animada. Depois do jantar e do bolo, começou
um sarau. Foi o João tocando, o Supla cantando e todo
mundo ali. E a dona Filomena dançou até as 2h. Se fosse
uma festa grande, não teria sido assim.

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