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Rosario
Dawson e The Rock: Amazônia inverossímil
em Bem-Vindo à Selva
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Logo nas
cenas iniciais de Bem-Vindo à Selva, Dwayne The
Rock Johnson, no papel de cobrador de um agiota, entra em uma
casa noturna. Ele vai convencer, sem muita violência, um famoso
jogador de futebol americano a pagar o que deve ao seu chefe. Ao entrar
no salão, cruza com um sujeito que lhe deseja boa sorte. É
Arnold Schwarzenegger, que faz essa aparição rápida
no filme do amigo.
A cena
faz todo o sentido pela simbologia. Johnson, ex-astro da luta livre
e de Escorpião-Rei, é considerado o sucessor
de Schwarzenegger nos filmes de pancadaria. É duro acreditar
que alguém possa superar o atual governador da Califórnia
naquilo que melhor sabia fazer atuar e ser engraçado
sem ter a menor expressividade. The Rock mostra que tem uma queda
para a coisa.
O melhor
para os brasileiros é que o filme leva o cobrador à
selva amazônica (na verdade, a selva costa-riquenha) a fim
de resgatar o rebelde filho de seu patrão, interpretado por
Seann William Scott. Juntos, eles enfrentam os perigos da selva,
lutam uma espécie de capoeira misturada com jiu-jítsu
com guerrilheiros que parecem saídos do Camboja e enfrentam
as perigosas águas do que parece ser uma miniatura do Amazonas.
É de rolar de rir. Rock-and-roll
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