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Comédia
Bem-Vindo à Selva
Considerado sucessor de Arnold Schwarzenegger,
The Rock mostra que tem jeito para a coisa

Alessandro Giannini

 
Divulgação
Rosario Dawson e The Rock: Amazônia inverossímil em Bem-Vindo à Selva
Logo nas cenas iniciais de Bem-Vindo à Selva, Dwayne “The Rock” Johnson, no papel de cobrador de um agiota, entra em uma casa noturna. Ele vai convencer, sem muita violência, um famoso jogador de futebol americano a pagar o que deve ao seu chefe. Ao entrar no salão, cruza com um sujeito que lhe deseja boa sorte. É Arnold Schwarzenegger, que faz essa aparição rápida no filme do amigo.

A cena faz todo o sentido pela simbologia. Johnson, ex-astro da luta livre e de Escorpião-Rei, é considerado o sucessor de Schwarzenegger nos filmes de pancadaria. É duro acreditar que alguém possa superar o atual governador da Califórnia naquilo que melhor sabia fazer – atuar e ser engraçado sem ter a menor expressividade. The Rock mostra que tem uma queda para a coisa.

O melhor para os brasileiros é que o filme leva o cobrador à selva amazônica (na verdade, a selva costa-riquenha) a fim de resgatar o rebelde filho de seu patrão, interpretado por Seann William Scott. Juntos, eles enfrentam os perigos da selva, lutam uma espécie de capoeira misturada com jiu-jítsu com guerrilheiros que parecem saídos do Camboja e enfrentam as perigosas águas do que parece ser uma miniatura do Amazonas. É de rolar de rir. Rock-and-roll