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Celebridade
por Dirceu Alves Jr.  
   
 
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Hoje, quase 20 anos depois, a cantora exibe, orgulhosa, o rapagão de 1,90m que se inicia na carreira de ator, enquanto ela acaba de lançar o CD ao vivo Música Preta Brasileira

Sandra de Sá

  Tatiana Constant
  Em 1984, Sandra de Sá amamenta o único filho, Jorge, então com três meses

Quando ainda brincava de boneca, Sandra de Sá dizia que queria ser mãe antes dos 30 anos. A menina cresceu, estudou Medicina, desistiu de tudo para virar cantora, mas seguiu firme no propósito de investir na maternidade. “Deus está sempre olhando para o que a gente faz. Em 30 de agosto de 1984, poucos dias depois dos meus 30 anos, ganhei meu filhote”, conta Sandra, sem con-
trolar o entusiasmo ao lembrar dos primeiros meses de Jorge.

Gravações, entrevistas e shows pelo Brasil nunca foram empecilhos para a cantora se dedicar ao filho. Com a preciosa ajuda da família, Sandra carregou o bebê por onde foi possível e o amamentou até os 2 anos. “O Jorge saiu do peito direto para a papinha”, diz ela, que, solteiríssima, nega que tenha optado por uma produção independente. “As pessoas próximas sempre souberam quem era o pai do meu filho. Jorge cresceu em contato com o pai e também com os irmãos.”

Hoje, Sandra olha para o alto para encarar seu filhote, que mede 1,90m e joga basquete desde os sete anos. “Ele virou um homão”, brinca a mãe-coruja. Jorge, 19, estreou como ator em 2003 em Malhação, depois de viver três anos nos Estados Unidos, enquanto Sandra, 49, acaba de lançar o CD ao vivo Música Preta Brasileira. “Nos meus contratos de show sempre pedia passagens para minha mãe e meu filho. Agora não precisa mais”, brinca a cantora.