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Luma escorrega na mentira

A eterna musa do Carnaval diz ter sido
pressionada a inventar uma falsa gravidez
para não desfilar no Carnaval e evitar o ciúme
de Eike Batista, de quem está se divorciando

Carla Felícia

 
André Durão/Gustavo Azeredo
Eike acompanhou a mulher na Sapucaí em 2001, mas teria vetado sua volta este ano. “Ela mentiu para a escola que a recebeu de braços abertos”, criticou Chico Spinoza, carnavalesco da Mocidade que homenageou Luma colocando coleiras nos ritmistas (no detalhe)

Depois de provocar rebuliço ao anunciar que desfalcaria o Carnaval carioca porque estava grávida e, em seguida, tornar pública sua separação, Luma de Oliveira conseguiu causar ainda mais polêmica esta semana. Em entrevista a Ancelmo Góes, do jornal O Globo, a modelo revelou que a gravidez não passava de uma mentira, inventada para tentar manter a união com o empresário Eike Batista. “Foi uma tentativa desesperada de salvar meu casamento”, desabafou, chorando. “Menti por amor.” Segundo ela, o então marido exigiu que ela não desfilasse, motivado pelo ciúme. Mas o esforço foi em vão. Há duas semanas os advogados de Luma, Michel Assef, e de Eike, Sérgio Calmon, costuram um acordo para que o casal chegue a uma separação consensual, depois de 13 anos de casamento, que lhes deram dois filhos: Thor, de 12 anos, e Olin, de 8. O casal, no entanto, continua morando na mesma casa, no Jardim Botânico, zona sul do Rio. O Ministério Público indeferiu a liminar da ação de separação de corpos apresentada pela modelo.

Alessandra Piedras
Luma sempre exibiu sua exuberância, um motivo a mais para atiçar o ciúme do marido, seja em eventos de gala, como em 2002, quando usou um longo de renda transparente ou em evento mais casual, quando optou por uma míni que deixou suas belas pernas à mostra, em 2003

O advogado de Eike nega que o empresário esteja evitando se pronunciar até agora em função da acusação de que teria uma segunda família. “Essa história não tem fundamento nenhum”, afirma. “Eike ainda não se manifestou em homenagem aos filhos. Ele quer preservá-los.” Na Mocidade Independente de Padre Miguel, escola pela qual Luma desfilaria como madrinha de bateria, a notícia dividiu opiniões. Para Paulo Padilha, presidente de honra da agremiação, nada mudou. “Nós já sabíamos que ela estava com problemas emocionais. Luma decidiu não desfilar para não atrapalhar a Mocidade e a diretoria está a favor dela”, assegura. “Ela continua sendo nossa madrinha, só não desfila ano que vem se não quiser.” Já o carnavalesco da escola, Chico Spinoza, afirma que está muito decepcionado. “Acreditei nela e fui solidário. Prestei uma homenagem à Luma na avenida, colocando gargantilhas com seu nome no pescoço dos ritmistas”, diz ele. “Mas fui usado para fazer parte desta mentira. Nem por amor aceito a mentira. Ela mentiu para a escola que a recebeu de braços abertos.”

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