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abandonou o Direito para trabalhar com moda. “Não é brincadeira
nem passatempo”, diz ela, que por enquanto não pensa em ser
mãe. “Luck é o nosso filho”, diz Astrid, abraçando o cão golden
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Ela também
se sentiu insegura ano passado, lendo notas em jornais sobre um suposto
romance de Huck com Giovanna Antonelli, publicadas justamente num
curto período em que o casal estava separado. “Isso me
atingiu mesmo. Mas tivemos uma boa conversa e resolvemos tudo.”
O assédio, segundo ela, não esmoreceu, embora o namoro
de dois anos não seja mais novidade. Mas a empresária
garante que já sabe lidar melhor com o novo mundo e, apesar
de se dizer avessa a badalações, não deixa de
fazer nenhum programa. O preferido do casal é viajar. Foi em
Búzios, num feriado prolongado na casa de amigos em comum,
que eles se conheceram. Pouco tempo depois, já curtiam uma
semana no deserto do Atacama, no Chile. “Luciano é muito
romântico. Na primeira das muitas vezes que me deu flores, achei
uma passagem para Paris no meio do buquê”, conta ela.
Ofcialmiente,
eles ainda não moram juntos, mas é rara a noite em
que dormem separados – ela mora com a mãe, Cláudia
de Souza Campos. A idéia de dividir o mesmo teto é
possível, mas Astrid não pensa em casamento. Talvez
porque o primeiro, com direito a véu e grinalda, não
tenha dado certo. Ela foi casada com o ex-campeão mundial
de vôlei de praia Guilherme Marques, mas não gosta
de falar sobre o assunto. “Foi muito rápido”,
limita-se a dizer. Envolvida com o trabalho, ser mãe também
não faz parte de seus planos por enquanto. “Luck é
o nosso filho”, diz ela, abraçando um golden retriever
de pêlo marfim. Huck ganhou o cachorro quando o namoro estava
começando e desde então ele é companhia constante
do casal, até nas viagens à fazenda da família
da empresária, no interior do Rio.
Apaixonada
por cavalos, Astrid aproveita os fins de sema-
na no campo para matar as saudades de Uapê, uma mistura da raça
árabe com puro sangue inglês que é seu xodó.
Ela aprendeu a montar aos cinco anos e aos 12 tinha aulas de salto
e adestramento na Hípica do Rio. Chegou a ser cam-
peã brasileira da classe proprietários, com obstáculos
de 1,10m e 1,20m, quando tinha 18 anos. Mas escolheu dar atenção
à faculdade em vez de seguir a carreira de atleta. Hoje, não
consegue ficar muito tempo longe de seus cava-
los. “Está no sangue”, justifica. Como não
morre de amores pela montaria, Huck inventa atividades para se distrair
enquanto Astrid cavalga. “Ele já comprou uma moto e
agora inventou de comprar carrinhos de kart. Parece uma criança
de 11 anos, né?”, brinca ela.
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