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Reportagens

13/10/2003

   
 
Leandro Pimentel
Ele venceu concorrentes de 40 países e ganhará US$ 50 mil em dois anos

 

Beleza / Gustavo Gianetti
O mister mundo é nosso
Ele tornou-se modelo depois de fazer plástica nas orelhas de abano, emagrecer e abandonar os óculos e o aparelho nos dentes e ganhou o concurso de homem mais bonito do planeta

Carla Felícia

 

Até a adolescência, os atributos do mineiro Gustavo Gianetti, 24 anos, não eram suficientes para chamar a atenção das mulheres. Gordinho, óculos fundo de garrafa, aparelho nos dentes e cabelo grande para esconder as orelhas de abano, motivo pelo qual ganhou apelidos como “Dumbo” e “Parabólica”. As brincadeiras incomodavam tanto que, aos 18 anos, ele decidiu mudar: intensificou a malhação, adotou lentes de contato e tirou o aparelho. No ano seguinte, quando passou no vestibular de Direito, os colegas rasparam suas longas madeixas. Sem ter mais como disfarçar as orelhas salientes, juntou suas economias e fez uma cirurgia corretiva. O resultado da reviravolta foi tão surpreendente que Gustavo acabou largando a faculdade para virar modelo. E, o que antes poderia parecer piada, aconteceu três anos depois: ele venceu o concurso Mister Mundo, que elege o homem mais bonito do planeta. “Não achava que tinha chance, mas rezei muito para ganhar”, diz.

Na competição, que aconteceu em agosto na Inglaterra, o brasileiro bateu concorrentes de outros 40 países. Como prêmio, receberá US$ 50 mil até o fim do contrato de dois anos, valor pequeno perto do que ganhará com os vários trabalhos publicitários em vista no Brasil e no Exterior. Além disso, seu cachê para participar de um evento subiu para R$ 5 mil. “Em dezembro, vou à China participar do Miss Mundo”, conta, empolgado. Quem não está tão feliz assim com a mudança na rotina é Renata Silveira, namorada de Gustavo há quatro anos. Para ela, namorar o Mister Mundo é motivo de orgulho, mas também de preocupação com o assédio das fãs. “Sou tranqüila, mas tem mulher que não respeita. Já tive vontade de bater numa”, afirma Renata.

Apegado à família, ele usará o dinheiro que está ganhando para ajudar a mãe e as duas irmãs, com quem mora de aluguel em Juiz de Fora (MG). “Nada de extravagâncias, quero comprar um apartamento para nós”, diz ele, que perdeu o pai há seis meses, vítima de enfarte. O episódio fez da vontade de voltar às aulas de Direito, uma obrigação. “Era um sonho do meu pai me ver formado”, diz Gustavo.

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