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Diversão & arte - Música

06/10/2003

   
Pódio
5
músicas de Raimundo Fagner preferidas por Zeca Baleiro
“Mucuripe”
Fagner / Belchior, do disco Manera Fru Fru Manera (1973)

“Motivo”
Fagner em poema de Cecília Meireles, do disco Eu Canto
(1978)

“Fracassos”
Fagner, do disco Ave Noturna (1975)

“Traduzir-se”
Fagner / Ferreira Gullar, do disco Traduzir-se
(1981)

“Manera Fru
Fru Manera”

Fagner / Ricardo Bezerra,
dos discos Phono 1973 (1973) e Manera Fru Fru Manera (1973)

Pódio
5
músicas de Zeca Baleiro preferidas por Raimundo Fagner

“Você Só Pensa
em Grana”

Zeca Baleiro, do disco Líricas (2000)

“Banguela”
Zeca Baleiro, do disco Líricas (2000)

“Babylon”
Zeca Baleiro, do disco Líricas (2000)

“Eu Despedi o
Meu Patrão”

Zeca Baleiro / Capinan, do disco Pet Shop Mundo Cão (2002)

“Hotel à Beira-Mar”
Zeca Baleiro / Raimundo Fagner, do disco Raimundo Fagner & Zeca Baleiro (2003)

MPB
Raimundo Fagner & Zeca Baleiro
Canções bonitas e melancólicas
marcam o introspectivo CD gravado
em conjunto pelos compositores

Mauro Ferreira

 
Divulgação
Zeca Baleiro e Raimundo Fagner: parceria
traz homenagem ao craque Canhoteiro e
música com letra inédita de Torquato Neto

Fagner e Zeca Baleiro descobriram afinidades nos últimos dois anos. Viraram amigos, parceiros e decidiram gravar um disco juntos. Intitulado Raimundo Fagner & Zeca Baleiro, o CD prima pela excelência do repertório (totalmente inédito) e dá um upgrade na carreira fonográfica de Fagner, que vem de uma série de burocráticos projetos retrospectivos. Na discografia de Baleiro, o álbum também se destaca por fugir das fusões rítmicas que caracterizam a obra do cantor.

Fagner é cearense, e Baleiro nasceu no Maranhão, mas o CD passa ao largo da vivacidade da música nordestina. Raimundo Fagner & Zeca Baleiro é disco mais introspectivo, repleto de bonitas e melancólicas canções como “Balada de Agosto”, “Dezembros”, “Azulejo” e “Palavras e Silêncios”. Somente escapam do caráter intimista do CD o samba “Um Real de Amor” (de clima seresteiro), “Cantor de Bolero” (tributo aos intérpretes bregas) e “Canhoteiro”, faixa que homenageia o homônimo craque do futebol brasileiro. Percussão e piano traduzem no ritmo a ginga do ponta-esquerda maranhense, falecido em 1974.

Divulgação

Quase todo assinado por Fagner com Baleiro, o repertório exala frescor em músicas como a impressionista “Hotel à Beira-Mar”. Mas, ao musicar “Daqui pra Lá, De Lá pra Cá”, a dupla não teve inspiração à altura da letra inédita de Torquato Neto, cedida aos compositores pela viúva do poeta tropicalista. No geral, o disco é ótimo. Tabelinha nordestina

 
 

 

 

 

 

 

 

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