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“A
minha possível beleza é amplificada
pelo fato de estar em cima do palco
ou do outro lado da tela”, diz Toni |
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de mãe negra e pai branco, descendente de índios, o cantor Toni
Garrido é dos mais belos exemplos de sensualidade que resulta da
mistura de raças brasileira. Quando ele sobe no palco, as mulheres
vão à loucura. Não
dá para tirar os olhos daquele negro alto e forte – com
1,82m e 70kg –, de olhar forte e sorriso perfeito, que sabe valorizar
seus atributos físicos vestindo sempre uma calça bem justa. Prestes
a completar 36 anos, no próximo dia 7, Toni se acostumou a ser visto
como sexy. Mas, modesto, prefere acreditar que isto seja culpa apenas
de seu sucesso profissional. “A minha possível beleza é amplificada
pelo
fato de estar em cima do palco ou do outro lado da tela.”
Em parte, tem razão. Quando apareceu nu nas cenas de
sexo do filme Orfeu, de Cacá Diegues, ganhou de vez o
título de símbolo sexual. “Não me acho gostoso. Se achasse, me comeria
todos os dias”, brinca Toni. Mais que a beleza física, ele assegura
que a alegria é o que tem de mais sedutor. “Sou legal, maneiro,
do bem. Vivo sorrindo e brincando. Acho que é isso.”
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