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Ela
dá atenção especial pernas:
“Gosto de valorizá-las”, afirma
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No
Pan-americano de Santo Domingo que se encerrou no último
dia 17, na República Dominicana, poucas equipes se destacaram
pela beleza como a seleção brasileira feminina de
pólo aquático. Capitã do time, Mariana Roriz,
de 22 anos, foi uma guerreira dentro da piscina – ela fez
o primeiro gol da vitória brasileira sobre as cubanas, na
disputa pela medalha de bronze –, e espécie de princesa
fora dela. Até mesmo o técnico adversário se
encantou por ela. “Ele me via no refeitório, me cumprimentava
e dizia: ‘Está mais forte, mais linda’. As cubanas
ficaram loucas, mas ele sempre vinha puxar papo comigo”, conta
a atleta. Com 1,66 metro e 59 quilos, Mariana fala que, na água,
seus cotovelos têm de estar em ordem, já que eles a
desvencilham dos agarrões das adversárias. Já
quando a atleta dá lugar à mulher, as pernas recebem
toda a atenção de Mariana: “Gosto de valorizá-las.”
CABELO
E MAKE-UP: Cléo Freitas
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