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11/08/2003

   
 
Leandro Pimentel
“Era magrelo e,
como jogava no ataque, apanhava muito dos zagueiros’’
Márcio Kieling

 

Televisão / Márcio Kieling
Dos gramados para a tevê
Jogador do time juvenil do Internacional antes de se tornar ator, aos 25 anos, ele vive um
pai de família pela terceira vez na tevê

Carla Felícia

 

Não é só na tevê que o ator Márcio Kieling, de 25 anos, surpreende ao desempenhar com desenvoltura as tarefas domésticas. Assim como seu personagem em Agora É Que São Elas – o pai de família Djalminha – , ele sabe cozinhar, lavar e passar muito bem. “Ele é melhor do que eu para fazer tudo em casa, principalmente na cozinha”, diz a namorada de Márcio, a atriz Bárbara Borges, 24. A experiência o poupou de fazer laboratório para a novela. Ele só teve de freqüentar uma creche e aprender a cuidar de bebês. “Agora sei trocar fralda, limpar bumbum e dar banho”, diz ele, que, em seu terceiro trabalho na tevê (antes atuou em Malhação e Desejos de Mulher), interpreta pela terceira vez um pai.

Ao contrário da trama, porém, aprender tudo isso não foi opção de Márcio. Ele precisou se virar desde os 18 anos, quando saiu de Porto Alegre para tentar a sorte no Rio. Foi morar em um apartamento de três quartos com outros oito atores iniciantes. Há dois anos, o ator vive com a família,
que se mudou para o Rio. Márcio juntou as economias e
abriu com os pais uma loja de revelação de fotos. Quando não grava, dá plantão atrás do balcão e atrai inúmeras fãs. “Não tem um dia que não apareça alguém procurando por ele”, conta a mãe de Márcio, a decoradora Beatriz Kieling. “Outro dia, uma menina de Joinville ficou duas horas esperando só para vê-lo.”

Antes de fazer sucesso como ator, Márcio tentou a sorte
nos campos de futebol. Incentivado pelo pai, entrou para uma escolinha perto de casa aos 6 anos. Aos 15, integrava
o time juvenil do Internacional. Acordava às 6h e pegava
dois ônibus para percorrer o trajeto de quase duas horas até o campo de treinamento. “Não disputei nenhuma partida oficial, porque vivia machucado”, lembra. “Era magrelo e, como jogava no ataque, apanhava muito dos zagueiros.” Numa das contusões, cedeu aos pedidos da irmã: driblou a timidez e entrou para uma agência de modelos. Ao gravar
seu primeiro comercial, aos 17 anos, resolveu pendurar as chuteiras e se tornar artista. “Não me arrependi. Posso
jogar bola com os amigos toda semana.”

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