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Diversão & arte - Cinema

16/06/2003

   

Tragicomédia
O Homem Que Copiava
Jorge Furtado faz profunda reflexão sobre o cinema

Alessandro Giannini

 
Divulgação
O Homem Que Copiava: mistura esperta
de gêneros em filme sofisticado

Muito cuidado antes de julgar O Homem Que Copiava, formalmente o segundo longa-metragem do gaúcho Jorge Furtado, conhecido por seu curta sociológico Ilha das Flores. Trata-se de um filme sofisticadíssimo, que mistura gêneros e permite muitos níveis de leitura. Pode-se ficar na historinha do técnico de máquinas fotocopiadoras que espia a balconista de loja de roupas no prédio em frente e se apaixona por ela. Ou
pode-se mergulhar numa profunda e bem engendrada reflexão sobre o cinema, que tem como pano de fundo romance, suspense, animação, ação e outras coisas mais.

Lázaro Ramos e Leandra Leal, que formam o par romântico, tornam tudo isso possível. E contam com o contraponto humorístico de Pedro Cardoso e Luana Piovani, interpretando um casal tão engraçado quanto improvável. A extrema contenção de Lázaro e Leandra chega a ser irritante em alguns momentos, mas muito convincente. O mesmo vale para a dupla Cardoso e Luana, cujas tiradas estão repletas de segundos sentidos e piadas particulares.

Tudo no filme tem uma cópia, uma imagem refletida, um duplo. Exatamente como quando entramos no cinema e nos identificamos com uma situação em desenvolvimento na tela,
ou com um personagem qualquer. Mas nem todos esses duplos estão à disposição do espectador, como seria comum num filme de amplo consumo e ingestão fácil. Muitas vezes estão na sombra ou disfarçados, aguardando que um olhar mais aguçado os capte.
Para todos os paladares

 

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