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02/06/2003

   
 
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Dias de glória da Hippopotamus, que fez história na noite carioca. Pelé e Danuza Leão (no alto), Luma de Oliveira e Ayrton Senna (abaixo) e com Jô Soares (ao lado)
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Por onde anda
O rei dá adeus à noite
continuação

 
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Lembrança de bons momentos é o que não falta na vida do empresário, como as festas que reuniam a princesa Caroline de Mônaco, o cineasta Francis Ford Coppola e o pintor Fernando Botero, entre outras celebridades, no Le 78, a boate em Paris. Em 1981, no Clube A, sua casa de Nova York, Amaral presenciou uma briga conjugal envolvendo Frank Sinatra. “Ele chegou com uns amigos e começou a dançar com uma mulher linda”, conta Ricardo, que ainda lembra da aparição inesperada na boate da mulher de Frank, Bárbara, com o filho do casal, Bob. “Não deu para ouvir o que foi falado, mas não deve ter sido coisa boa, porque a Bárbara tirou o Sinatra da pista e, imediatamente, os dois foram embora.”

A ligação de Amaral com a alta sociedade vem desde os 16 anos, quando começou a escrever uma coluna social no jornal Última Hora de São Paulo, onde nasceu. “O título era Jovem Guarda, usado depois para o movimento musical”, conta o jornalista, que seguiu a profissão até os 22 anos, enquanto se iniciava na vida noturna. Era a época em que, com 17 anos, Ricardo mentia a idade para organizar as gincanas e bailes das temporadas de inverno em Campos do Jordão e de verão no Guarujá. “Dizia que tinha 20. Pegava mal um garoto fazer tudo aquilo.”

Na carreira que se seguiu, colecionou momentos históricos, como o Réveillon e o Carnaval de 1981. Responsável pela programação do Golden Room do Copacabana Palace, fez a primeira queima de fogos na praia, dando início a um dos maiores eventos turísticos do Rio. Dois meses depois, organizou o baile pré-carnavalesco com o primeiro concur-
so das panteras, expressão criada pelo colunista Ibrahim Sued. “Quem ganhou foi a Xuxa, que conheceria o Pelé
seis dias depois”, lembra.

Pai de Rick, 36, e Bernardo, 33, e avô de Maria Júlia, 1, filha do caçula, Amaral deixou com os filhos a administração da Baronetti, a casa que sucedeu o Hippopotamus. Após um regime que o deixou 14 quilos mais magro, tem dormido mais cedo e acordado por volta das 8h, numa rotina que provoca brincadeiras da mulher. “Quando casamos precisei de três meses para me acostumar aos horários dele e deixar de dar cabeçadas de sono nas festas. Hoje, fico lendo até as 4h e ele dorme rápido”, diverte-se Gisela.

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