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28/04/2003

   
 
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Especial - Superação
Medalhas de vencedora
Após perder a perna em um atropelamento, Rosinha tornou-se paraatleta, estabeleceu recorde mundial e é inspiração para deficientes

Jonas Furtado

 
Felipe Barra
‘O esporte me ajudou em tudo,
a ter mais saúde e garra
para lutar na vida’
Rosinha

A história de superação e sucesso da pernambucana Roseane Ferreira dos Santos, a Rosinha, começa com um acidente brutal. Ela conversava com uma amiga e uma prima na calçada da esquina da rua de sua casa, no bairro da Várzea, em Recife, quando foi atropelada por um caminhão dirigido por um motorista embriagado. Para salvar a vida de Rosinha, então com 18 anos, os médicos tiveram que amputar-lhe a perna esquerda. “Trabalhava como empregada doméstica, mas estava freqüentando a escola para aprender a fazer tapetes”, conta. “Só fui à primeira aula, pois no dia seguinte aconteceu o acidente.” Deprimida, por
dois anos Rosinha evitou
a rua e os amigos.

Aos poucos, ela criou coragem para assumir de vez a nova condição. Foi quando conheceu a pessoa mais importante dessa volta por cima, o técnico Francisco Raimundo Matias, que em 1997 convenceu Rosinha a freqüentar a ADM-PE (Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco), onde ela começou a praticar arremesso de peso e lançamento
de disco e de dardo. “Minha família deu a maior força. O único problema era um namorado chato que eu tinha. Ele
não queria que eu fosse atleta, falava que eu só ganhava medalha de lata e dizia: ‘Dinheiro que é bom, nada’”, conta ela. Rosinha não teve dúvidas em terminar o namoro para ficar com os esportes.

A recompensa veio três anos mais tarde, nas Paraolimpíadas de Sydney, na Austrália. Rosinha, hoje com 31 anos, foi um dos grandes destaques individuais da competição e conquistou duas medalhas de ouro, em arremesso de peso e lançamento de disco. De quebra, estabeleceu dois novos recordes mundiais que perduram até hoje nas modalidades. “O esporte me ajudou em tudo, a ter mais saúde e garra para lutar na vida”, revela a campeã, cujo maior prazer é servir de inspiração para outros deficientes: “Por onde passo, as pessoas me dizem que vão se tornar atletas e recordistas como eu. Hoje sou mais feliz”.

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