 |
| “Fiquei
morrendo de medo, porque tudo que é desconhecido assusta”, diz
ela |
"Quando
era estudante de psicologia, antes de tornar-me cantora, lia muito
sobre esses fenômenos porque precisava entender até onde poderia
ir a imaginação das pessoas. Há cerca de 15 anos, contudo, vi que
não é imaginação, que eles existem realmente. Estava com uns quatro
amigos deitada na rede da varanda de uma casa em Maricá, no interior
do Estado do Rio, quando avistei uma luz que vinha de longe e foi
aumentando. Era um objeto imenso. Quando chegou perto de mim, ficou
alguns segundos com uma luz muito intensa e, de repente, foi para
trás e para o lado e sumiu. Fomos ainda para a beira da praia ver
se conseguíamos olhar mais alguma coisa. Fiquei morrendo de medo,
porque tudo que é desconhecido assusta. Mas também tive muita curiosidade.
Passei a conversar constantemente com ufólogos e procurar explicações
também na astrologia e numerologia. Queria muito ter contatos com
pessoas abduzidas, saber como é a experiência. Se encontrasse um
extraterrestre, ia querer perguntar sobre a vida dele, se ele gosta
do Brasil. Gostaria de trocar informações. Acho que é pretensão
achar que só existe a gente no mundo. Da mesma forma que construímos
foguete para ir à Lua, eles também devem ter interesse em conhecer
outros planetas e evoluir. De repente, até têm base por aqui. Só
a gente pode fazer isso?"
Clique nas imagens ao lado para conhecer outras experiências.
|