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| “A
estrela de Belém era um disco voador. Desceu um facho de luz
sobre a manjedoura e botaram o homem lá”, diz Fábio Jr. |
"Há
muitos anos comecei a ver OVNIs. Já vi de diversos tamanhos,
formas, próximos ou distantes, e sempre achei emocionante.
Quando vejo uma nave, acredito que seja uma mensagem dos extraterrestres
dizendo algo como: “Agüenta aí, Fábio.
Faça o teu que a gente está de olho aqui. Você,
nem ninguém, está sozinho, apesar da grande maioria
ainda não acreditar”.
Eu
acho um absurdo alguém não acreditar. Até meu
filho Felipe, de 12 anos, entende do assunto melhor do que muito
adulto. Há algumas semanas estávamos de férias
no sítio e vimos uma nave triangular. “São pessoas
mais evoluídas que vivem em outro planeta, como a Terra,
e os veículos que eles usam são mais evoluídos.
É a mesma coisa que se o papai tivesse um fusca e um Mercedes
passasse pela gente”, expliquei. Um amigo que estava presente
fez uma foto e quando revelou apareceu uma nave em forma de charuto,
diferente daquela que vimos.
Na
minha opinião, não é preciso ver discos voadores
para acreditar, mas o contrário. Tem que acreditar para ver.
Os caras estão aí há 250 milhões de
anos, cuidando da galáxia, da Terra. Eles interferem às
vezes de maneira incisiva, chegam a baixar e descer da nave para
que o homem não destrua o Planeta. A estrela de Belém
era um disco voador. Desceu um facho de luz sobre a manjedoura,
botaram o homem lá e disseram: “Sua missão é
pilotar esse planetinha aí que está uma confusão”.
Minha
experiência mais impressionante aconteceu no Rio de Janeiro
em 1980. Eu tinha terminado de gravar capítulos de uma novela
e voltava sozinho para casa no Recreio dos Bandeirantes. Por volta
das 3h olhei pela janela e vi duas naves bem próximas ao
carro. Uma de cada lado. Comecei a acelerar e elas continuavam em
cima. Buzinei, apaguei os faróis, depois acendi de novo para
ver se acontecia alguma coisa ou se elas paravam. Quando percebi,
o velocímetro marcava 180 km/h. No final da Avenida das Américas,
em cima de uma ponte, as naves se separaram e foi uma para cada
lado. Fiquei ali, vendido. Estava com tudo: medo, emocionado, queria
fazer contato. Parecia coisa
de filme." Clique nas imagens ao lado para conhecer
outras experiências.
Agradecimento:
Ominis lux - Astronomia e Projetos Culturais
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