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17/03/2003

   
 
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Eu vi um OVNI
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Fábio Júnior, cantor e ator
Escoltado por discos voadores

Fábio Farah

 
Claudio Gatti
“A estrela de Belém era um disco voador. Desceu um facho de luz sobre a manjedoura e botaram o homem lá”, diz Fábio Jr.

"Há muitos anos comecei a ver OVNIs. Já vi de diversos tamanhos, formas, próximos ou distantes, e sempre achei emocionante. Quando vejo uma nave, acredito que seja uma mensagem dos extraterrestres dizendo algo como: “Agüenta aí, Fábio. Faça o teu que a gente está de olho aqui. Você, nem ninguém, está sozinho, apesar da grande maioria ainda não acreditar”.

Eu acho um absurdo alguém não acreditar. Até meu filho Felipe, de 12 anos, entende do assunto melhor do que muito adulto. Há algumas semanas estávamos de férias no sítio e vimos uma nave triangular. “São pessoas mais evoluídas que vivem em outro planeta, como a Terra, e os veículos que eles usam são mais evoluídos. É a mesma coisa que se o papai tivesse um fusca e um Mercedes passasse pela gente”, expliquei. Um amigo que estava presente fez uma foto e quando revelou apareceu uma nave em forma de charuto, diferente daquela que vimos.

Na minha opinião, não é preciso ver discos voadores para acreditar, mas o contrário. Tem que acreditar para ver. Os caras estão aí há 250 milhões de anos, cuidando da galáxia, da Terra. Eles interferem às vezes de maneira incisiva, chegam a baixar e descer da nave para que o homem não destrua o Planeta. A estrela de Belém era um disco voador. Desceu um facho de luz sobre a manjedoura, botaram o homem lá e disseram: “Sua missão é pilotar esse planetinha aí que está uma confusão”.

Minha experiência mais impressionante aconteceu no Rio de Janeiro em 1980. Eu tinha terminado de gravar capítulos de uma novela e voltava sozinho para casa no Recreio dos Bandeirantes. Por volta das 3h olhei pela janela e vi duas naves bem próximas ao carro. Uma de cada lado. Comecei a acelerar e elas continuavam em cima. Buzinei, apaguei os faróis, depois acendi de novo para ver se acontecia alguma coisa ou se elas paravam. Quando percebi, o velocímetro marcava 180 km/h. No final da Avenida das Américas, em cima de uma ponte, as naves se separaram e foi uma para cada lado. Fiquei ali, vendido. Estava com tudo: medo, emocionado, queria fazer contato. Parecia coisa
de filme." Clique nas imagens ao lado para conhecer
outras experiências.

Agradecimento: Ominis lux - Astronomia e Projetos Culturais

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Personalidades como Rachel de Queiroz relataram suas experiências com discos voadores. Você acredita que existam seres vivos em
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