| "Era
verão de 1998 e eu cheguei sozinho à casa do meu sogro
na Riviera de São Lourenço, litoral de São
Paulo, para gravar programa no dia seguinte. Por volta das 23h eu
estava na piscina e vi na altura da silhueta da Serra do Mar uma
fileira de luzes. Era uma seqüência de cinco luzes redondas
que rodavam, duas de uma cor e a do meio maior, alternando entre
o vermelho e o amarelo. Ficaram uns 30 segundos pairando no ar.
Depois desceram metade da altura e ficaram mais 40 segundos rodando,
rodando. Aí foi baixando devagar e sumiu na serra, como se
tivessem pousado. Cheguei à conclusão de que eram
OVNIs porque helicóptero não roda luz colorida e faz
barulho e, pela distância, só se fosse um megahelicóptero.
E avião não era porque as luzes não riscavam
o céu.
Minha
primeira sensação não foi de espanto, mas de
curiosidade. Eu estava sozinho e fiquei pensativo. Olhei para os
lados para conferir se eu realmente estava sozinho. Fiquei ressabiado,
encanado, cabreirão. Sempre gostei de ufologia e havia lido
vários livros. Acredito que os extraterrestres tenham tecnologia
mais desenvolvida a ponto de virem à Terra fazer experiências
e pesquisas para entender como é a vida aqui no nosso planeta.
Se
eu estivesse frente a frente com um ET perguntaria: ‘E aí,
qual é a de vocês?’ Essa foi a única experiência
que tive, mas agora, quando olho para o céu, é na
expectativa de ver de novo. Ainda mais quando estou na praia à
noite. Tenho até um roteiro com minha equipe para procurar
disco voador no céu. Mas gostaria que a nave aparecesse mais
de perto para ver o modelo da máquina." Clique nas imagens
ao lado para conhecer outras experiências.
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