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Diversão & arte - Livros

10/02/2003

   
Divulgação
A argentina Maitena: piadas com o
universo feminino

Ping Pong
Maitena
Mulheres alteradas no Brasil

Marina Monzillo

 

Alteradas, mas cheias de charme. São assim as mulheres. Pelo menos, nas charges da argentina Maitena, 40 anos. Lançadas em 1992, as adoráveis personagens chegam ao Brasil, depois de fazerem rir em quinze outros países. Mulheres Alteradas 1 (Rocco, 80 págs., R$ 32) é o primeiro dos quatro livros da cartunista que aportam por aqui neste ano. Em entrevista a Gente, ela falou sobre seu trabalho.

Como descobriu que gostava de desenhar?
Fui a típica criança que gostava de desenhar. Como minha mãe é arquiteta, sempre me estimulou. A expectativa dela, porém, era que eu fosse pintora. Ela demorou a entender o que eram esses desenhinhos nas revistas. Na verdade, até eu começar a ter sucesso, não lhe parecia um trabalho muito sério. Inclusive hoje, ela me pergunta às vezes: “Por que não pinta?”.

Você se acha engraçada?
O humor é fundamental na minha vida. É difícil me relacionar com quem não tenha senso de humor. Mas não sou uma
bolha de champanhe, também sou muito dramática.

É uma mulher alterada?
Não mais. Atualmente estou apaixonada, tranqüila,
trabalhando com sucesso no que gosto e... magra!

Quem são as mulheres alteradas do século 21?
São as mulheres que fazem muitas coisas e querem fazê-las todas bem, o que é quase impossível. Ter êxito profissional, encontrar o homem de sua vida, ser boa amante, boa mãe,
boa filha... e não ter celulite.

Baseia-se em sua própria experiência para criar as tiras?
Muitas das situações, eu vivi. Há alguns diálogos que tive
com minha mãe ou com meus filhos. O momento que estou vivendo sempre se reflete nas tiras. Há três anos tive uma
filha, e as histórias da época sempre tiveram grávidas,
mulheres amamentando, chupetas perdidas e mães mortas
de cansaço e sono no meio da noite.

De onde mais saem as idéias para as tiras?
Gosto de observar as pessoas e trabalho com um espelho em cima da minha mesa. Assim, faço as expressões dos personagens e as copio. Quem me conhece costuma dizer que me pareço com meus desenhos. Não sei se isso é bom ou ruim...

Ainda é possível pensar em coisas engraçadas diante da situação econômica da Argentina?
Não só é possível como também é um bálsamo. Muitos leitores agradecem a piada que faço todos os dias no jornal, porque dizem que é o único momento do dia em que riem. Mas é difícil fazer humor nesses tempos, falar de mulheres que fazem dieta, por exemplo, em um país de gente que morre de fome.

 
 

 

 

 

 

 

 

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