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13/01/2003

   
 
   
Fátima Scarpa Hosana Pereira
   
   

 

Especial
Vera Loyola
Emergente carioca assistiu à posse
do presidente como convidada vip

Marlos Mendes e Juliana Lopes

 
Leandro Pimentel
“A rainha dos emergentes agora é dona Marisa. Sou apenas a musa”, diz Vera

A socialite Vera Loyola preferiu passar o Réveillon na Capital Federal para estar a postos na posse do presidente Lula. Ela e seu marido, o empresário Pelino Bastos, comemoraram a chegada de 2003 numa festa com pouca badalação. Tudo para Vera economizar energias e estar pronta para o dia 1º de janeiro. A socialite, que participou ativamente da campanha petista no Rio e chegou a fazer panfletagem no terminal ferroviário da Central do Brasil e no Restaurante Popular do Betinho, no centro da cidade, assistiu à posse como convidada vip junto à rampa do Palácio do Planalto: “Comecei o ano da melhor forma possível”, diz ela. “Era um desejo meu
que Lula chegasse ao poder.”

O cerimonial enviou o convite para Vera uma semana antes da posse. “Soube que o presidente disse: ‘Faço questão
da presença da minha amiga Vera Loyola’”, conta a socialite que até então pretendia ficar no meio da multidão. “Tenho certeza de que Lula me viu quando subiu a rampa, ele me olhou!”, diz ela. Dona de uma rede de padarias e motéis
no Rio e símbolo de uma classe de novos afortunados da Barra da Tijuca, Vera acredita que o termo emergente
está novamente em alta graças à eleição de Lula. “Ele
é o rei emergente do Brasil”, afirma. Por isso, ela passa
a coroa adiante. “A rainha dos emergentes agora é a
dona Marisa. Eu sou apenas a musa.”

Vera se diz a primeira pessoa da sociedade a ter coragem de assumir a opção por Lula. E ela entrou de corpo e alma na empreitada. Além de participar de carreatas e panfletagens, a ex-apresentadora da CNT abrigou um comitê petista num prédio da Avenida Sernambetiba, Barra da Tijuca, onde funcionava uma de suas padarias. Lá, ela e outros emergentes que aderiram ao partido conheceram pessoalmente o novo presidente. A princípio, os amigos estranharam a adesão da socialite à campanha de Lula. “Quando coloquei um adesivo do PT na minha BMW fui tratada como um ET”, conta Vera, que durante a campanha pediu votos em todos os eventos sociais a que compareceu.
Ela pretende se filiar ao partido em breve, mas não decidiu se pretende ser candidata. “Prefiro ser amiga do candidato a me candidatar porque deve ser muito sofrimento perder uma eleição”, explica ela, que diz ter sentido como sua a derrota de Benedita da Silva na eleição para o governo do Rio. O deputado Carlos Minc, líder do PT na Assembléia Legislativa, não vê problema numa eventual filiação de Vera Loyola. “É legal ter uma socialite que apóie o PT”, diz, “Mas é preciso que ela incorpore a cultura do partido e conheça os programas”, ressalva. Enquanto isso, Vera não esconde o sonho de voltar a ser apresentadora, de tevê ou de rádio, quem sabe numa emissora educativa ou pública. “Quero mostrar que as comunidades carentes têm coisas ótimas além das escolas de samba”, explica a socialite, para quem a época da ostentação e do glamour definitivamente acabou.

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