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21/10/2002

   
 
Folha Imagem
Ele participou de todas as categorias de base do São Paulo e hoje tem o passe avaliado em pelo menos US$ 20 milhões
Fotos: Piti Reali
“Uma vez fomos a um chinês e ninguém gostou da comida. Não parávamos de dar risada. No final o Kaká teve que pedir carne porque estava morrendo de fome”, conta o meio-campo Maldonado

 

Capa / Ricardo dos Santos Leite
Kaká vira fera
Aos 20 anos, o maior astro no futebol do Brasil hoje diz ter Raí como exemplo, conta que já recebeu uma calcinha de presente, defende a fidelidade nos relacionamentos e planeja
jogar no Exterior

Luciana Franca

 
Fotos: Piti Reali
Kaká está solteiro desde o fim do namoro de cinco meses com a modelo Elizabeth Perfol, em março. Ele nega rumores de namoro com Sofia Alckmin, filha do governador de São Paulo: “Somos só amigos”, afirma

Talvez não passasse pela cabeça do menino de sorriso fácil tomar o lugar de seu ídolo. Mas o mundo deu voltas e o pequeno Ricardo Izecson dos Santos Leite, que aproveitava as folgas dos treinos no clube do São Paulo para correr atrás de um autógrafo de Raí, transformou-se no maior astro do futebol brasileiro hoje. Aos 20 anos, Kaká joga na mesma posição – meia-atacante – que o ex-jogador ocupou no time paulistano e no coração da torcida. Principalmente na ala feminina. “Tenho o Raí como exemplo, o vi crescendo no São Paulo”, conta Kaká, fã do craque desde a infância.

O jeito com a bola foi detectado por um professor de educação física, aos 7 anos. Brasiliense, ele havia acabado de se mudar para São Paulo depois de viver dos 4 aos 7 anos em Cuiabá. A mãe foi chamada à escola e orientada para matriculá-lo em aulas de futebol. Uma ano depois, ele entrou para o São Paulo e passou por todas as categorias do clube. As atenções só se voltaram para o rapaz, ainda tímido, no Torneio Rio-São Paulo em janeiro de 2001, quando ele deixou de ser uma promessa e garantiu o posto de grande ídolo tricolor.

Ganhou elogios pela performance no campo e uma legião de admiradores. Sobretudo de garotas fanáticas, que logo fundaram fã-clubes. Os sites dedicados a Kaká se multiplicam na internet. O assédio virou atração à parte nos treinos abertos do São Paulo. E, desde o pentacampeonato, a febre se espalhou por todo o Brasil. As adolescentes gritam, choram e querem chegar a qualquer custo perto do jogador, que garante não se incomodar com os excessos. “É muito legal ser reconhecido. Quando eu passo e ninguém fala comigo, sinto falta. Por isso aproveito o máximo.”

Fora de São Paulo, a kakámania parece ser ainda maior. Afinal, as tietes distantes não sabem quando verão o ídolo novamente. Dezenas de cartas com declarações de amor, bichinhos de pelúcia, livros e CDs são enviados para o São Paulo e para o apartamento no bairro paulistano do Morumbi, onde ele mora com os pais e o irmão caçula, Rodrigo, 17 anos. “Recebo umas 50 cartas por dia e guardo todas. Não tenho coragem de jogar fora”, conta. Dos presentes, só se desfez de uma calcinha mandada por uma fã mais atirada. Quem costumava responder as cartas era a mãe do craque, a professora de ensino fundamental Simone dos Santos. “No início não eram tantas e eu respondia a todas. Mas depois, as meninas começaram a responder, e virou uma loucura”, conta Simone, que atende ligações e desce na portaria do prédio para conversar com as fãs do filho.

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