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Matt
Damon: atuação convincente como um
agente da CIA que perde a memória e passa
a ser perseguido por seu chefe |
Baseado
no best-seller de Robert Ludlum, morto no ano passado, A
Identidade Bourne é um thriller de espionagem em que
a trama interessa menos do que a ação. Dirigido por
Doug Liman, mais conhecido no circuito do cinema independente americano,
o filme estrela Matt Damon na pele de Jason Bourne, um superagente
secreto da CIA que perdeu a memória.
Após
falhar em uma missão, Bourne é encontrado por pescadores
no mar Mediterrâneo com duas balas nas costas e uma amnésia
total. A única pista que tem sobre sua identidade é
o número de uma conta de um banco suíço, impresso
num aparelho implantado debaixo de sua pele. Ao chegar ao banco
em Zurique e abrir um cofre – que contém vários
passaportes, inclusive um brasileiro, muito dinheiro e uma arma
– Bourne passa a ser perseguido pela equipe internacional
de seu chefe (Chris Cooper), que dispõe dos mais avançados
aparatos tecnológicos para a caçada. O engraçado
é que, como não sabe quem é ou quem o está
perseguindo, Bourne não entende porque consegue falar várias
línguas, lutar como um super-herói, escalar paredes
e dirigir como um piloto de Fórmula 1.
Durante
a fuga, ele conhece Marie (Franka Potente, a carismática
atriz alemã de Corra, Lola, Corra), a quem oferece
espantosos US$ 20 mil por uma carona de Zurique a Paris. A moça
acaba se envolvendo e torna-se parceira de Bourne. Nos poucos momentos
em que conseguem uma trégua, eles vivem um rápido
romance.
Embora
grande parte do história resuma-se a uma perseguição
tipo gato e rato sem maiores novidades, as boas atuações
de Matt Damon e Franka Potente, além das belas locações,
garantem a diversão e a qualidade do filme. Ação
inteligente
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