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Entrevista

14/10/2002

   
Fotos: Piti Reali

Ele é corintiano desde os 2 anos, quando ganhou do tio o uniforme completo de Gilmar dos Santos Neves, ex-goleiro do Corinthians

 
CONTINUAÇÃO

É corintiano desde quando?

Não ser um bom jogador de futebol foi frustrante?
Futebol já foi mais importante do que sexo?
Tornou-se uma pessoa melhor depois do seqüestro?

 

Washington Olivetto
“Fiquei refém de mim mesmo”
Publicitário conta em livro a história do Corinthians e relata como se sentiu depois do fim do seqüestro de 53 dias do qual foi vítima

Rodrigo Cardoso

 

Ele não se dá bem com fotografia. Ao posar para Gente, insistia para que a sessão terminasse a cada clique. Via-se claramente que, apesar de o holofote lhe espocar sobre a cabeça desde muito cedo pelo fato de ter sido um garoto prodígio da publicidade, ele não sabia o que fazer com as mãos, por exemplo. Definitivamente, essa não é a praia dele. O publicitário Washington Olivetto, dono da W/Brasil, é bom mesmo verbalizando o que ocupa sua mente. Lançando em parceria com o jornalista Nirlando Beirão Corinthians: É Preto no Branco, livro sobre a história do clube paulista, Washington contou que é um marido chato, “o pior do mundo”, quando descobre qualquer competição esportiva sendo televisionada de madrugada. “Acordo para ver arremesso de dardo e exijo participação. Falo: ‘Olha como arremessa dardo esta eslovena!’. Sei que é um absurdo, falta de educação. Mas em esportes com fuso horário sou o capeta.” Aos 51 anos, pai de Homero, 26, e casado com a empresária Patrícia Viotti, o publicitário abriu o verbo e contou, entre histórias de futebol, como reagiu ao seqüestro que sofreu há oito meses e que o fez refém por 53 dias.

É corintiano desde quando?
Desde os 2 anos, quando meu tio me presenteou com o uniforme do Gilmar dos Santos Neves (ex-goleiro do Corinthians), incluindo as joelheiras. Já meu filho Homero virou corintiano de um jeito requintado. Quando eu era vice-presidente do Corinthians, nos anos 80, disse ao Sócrates: “Magrão, preciso de um jogo para o meu menino entrar em campo de mãos dadas com você, o Vladimir e o Casagrande”. Aí, o Sócrates falou que contra o Juventus, que caía pelas tabelas, o time estaria bem motivado. Foi 5 x 1 para o Corinthians.

Fazer o livro em dupla com Nirlando Beirão ajudou como?
Foi muito prazeroso trabalhar com ele. Somos amigos há anos, librianos e fomos meninos prodígios em nossas atividades. Um vez perguntaram ao Nirlando como seria essa parceria. Respondeu dizendo-se feliz, pois nunca havíamos feito nada juntos. Daí, ele parou um pouco e falou: “Minto. Namoramos a mesma moça simultaneamente quando solteiros”. Aí, vira o (José Roberto) Torero (jornalista que escreveu um livro sobre a história do Santos), que estava presente e diz: “Muito pertinente! Os dois foram companheiros de pelada”.

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