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Diversão & arte - Televisão

16/09/2002

   

Auditório
A Noite É Nossa
Mara Maravilha estréia programa na Record

Silvia Ruiz


A evangélica Mara (à esq.): discurso de pastora em seu sofá nas noites de sábado

“Agora vou trazer um representante masculino, amém?”. Não, não se trata de um pastor de igreja evangélica falando a seus fiéis. Em alto e bom sotaque baiano, é Mara Maravilha chamando ao palco mais um convidado de seu programa A Noite É Nossa, que estreou na noite de sábado 8 na Rede Record. O “representante masculino” era o jogador Ademar, do São Caetano, também “um filho de Deus”, como anunciou a apresentadora. Ao lado dele, no sofá cor-de-abóbora do cenário, Sula Miranda, Claudete Troiano, outra apresentadora da casa, a dupla de cantores Rinaldo e Liriel e a ex-caloura do Raul Gil, Jamily, participaram de um bate-papo animado. O assunto que abriu a noite foi: “Mulheres que jogam futebol”. “O meu esposo ama futebol. Acho que as mulheres já estão se interessando mais pelo esporte, vocês não acham?”, perguntou Mara a seus convidados. E por aí foi a “nossa noite”.

A Record, que merece elogios pela modernização que começou a fazer em sua programação nos últimos dois anos – com a estréia de programas como os de Adriane Galisteu, Boris Casoy e Amaury Jr. – deu uma demonstração de retrocesso com a contratação de Mara Maravilha para as noites de sábado. A ex-apresentadora infantil, que graças ao chamado divino deixou a tevê brasileira há alguns anos, está mais para pastora do que para apresentadora. Com muitos quilos a mais, cabelo pela cintura e figurino de uma verdadeira crente, nem parece fazer parte da mesma emissora que a loira Galisteu e seu guarda-roupa fashion. Mas, se é mesmo para valer a campanha de moralidade na tevê que a Record vem colocando no ar nas últimas semanas, o programa de Mara Maravilha serve como uma luva na emissora.

Ali, só saia abaixo do joelho e papo família. Hebe de Deus

 

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