22 de novembro de 1999
Home
Home
Semana
Diversão e Arte
Outras Edições
Fale Conosco
Assine
Assine
Assine
Assine
Assine
Assine
Busca

Leia também:

Televisão

Canta e Dança Minha Gente
As mulheres da Rede TV!
Jornal da TV!
Sucesso d'além-mar


Cinema

A Premonição
Destinos Cruzados
Festival de Brasília resgata o passado
Santo Forte


Música

Solar
Preciosidades em série
Roda de funk
Latin Wonder
Rainbow
Batuque eletrônico


Livros

Vinícius de Moraes
Aurélio, versão século 21
As Afinidades


Teatro

Rent


Internet

Waldemar Niclevicz
Renato Aragão


Cinema - Suspense

A Premonição
Atuações convincentes e bom roteiro provocam frio na barriga

Ramiro Zwetsch

Foto: Divulgação

É preciso gostar de sentir medo no cinema para apreciar A Premonição (em cartaz nacional a partir de sexta, 19, menos em São Paulo), do diretor Neil Jordan (Entrevista com o Vampiro). O motivo é simples: a personagem principal do filme, Claire (interpretada por Annete Bening, Os Imorais), sonha com ações criminosas que são reais, mas tem dificuldade de decifrar se a cena sonhada se passou no passado ou se acontecerá num futuro próximo.

Ninguém acredita nela, a não ser o espectador, que compartilha de sua angústia em convencer seu psiquiatra de que não é louca. Assim, sonhos que envolvem misteriosamente um pomar de maçã e uma cidade submersa, são como pistas preciosas para localizar Vivian Thompson (Robert Downey Jr., Assassinos Por Natureza), um maníaco responsável pela morte de Rebecca, filha de Claire.

Neil Jordan - amparado pelas atuações de Robert Downey Jr. e Annete Bening, que convencem na interpretação de personagens psicologicamente perturbados - amarra os nós da trama de forma criativa e investe nos sustos com um bom roteiro e uma iluminação sombria. Como todo pesadelo, a certa hora o filme acaba. O medo não.
Não durma depois da sessão

Boletim Assine Fale Conosco Outras edições Home Boletim Assine Fale conosco Outras edições Home