22 de novembro de 1999
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Festival de Brasília resgata o passado

Neusa Barbosa

O Brasil do fim do século procura sua identidade tomando o pulso da religiosidade e de seu passado, estudando velhos ícones ainda vivos, como o compositor baiano Dorival Caymmi, ou até um remoto poeta do século passado, Cruz e Souza. Esta é, pelo menos, a lógica por trás da seleção de 12 longas-metragens concorrentes aos prêmios principais do 32.º Festival de Brasília, que começa na quarta-feira 24 trazendo de volta às telas Fernanda Montenegro, principal trunfo do drama Gêmeas, de Andrucha Waddington.

A religião é o mote de três longas, o documentário Santo Forte, gravado numa favela pelo tarimbado Eduardo Coutinho (leia resenha ao lado), e as ficções Milagre em Juazeiro, do cearense Wolney Oliveira, e São Jerônimo, de Julio Bressane.

A realidade inspira Um Certo Dorival Caymmi, de Aluísio Didier, Cruz e Souza - Poeta do Desterro, de Sylvio Back (Aleluia, Gretchen) e também Senta a Pua!, documentário que reconta as proezas, na II Guerra Mundial, do 1.º Grupo de Aviação de Caça do Brasil. Menos lembrada, a política guia os enredos de A Terceira Morte de Joaquim Bolívar, de Flávio Cândido, e O Tronco, de João Batista de Andrade (esse último já exibido no eixo Rio-São Paulo, mesmo caso de Por Trás do Pano, de Luiz Villaça).

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